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Publicado: 31/08/2007 | 11:00
Projeto permite demissão
Maria Eugênia
Jornal de Brasília
Jornal de Brasília
Depois de quatro anos parado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, voltou a andar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 248/98, que possibilita a demissão do servidor público estável por insuficiência de desempenho. A Câmara precisa apreciar as três emendas feitas pelos senadores à proposta. O Executivo determinou prioridade para a proposta e, agora, os deputados têm de votar o projeto em regime de urgência urgentíssima. O projeto foi aprovado pela Câmara em agosto de 1999. Pela proposta, todos os servidores públicos federais que tivessem desempenho insuficiente poderiam perder o cargo. O projeto define também as carreiras típicas de Estado, aquelas que, em caso de cortes no funcionalismo, seriam as últimas a serem atingidas. A primeira emenda feita pelo Senado amplia a lista das carreiras típicas de Estado. A segunda emenda impede que os servidores sejam regidos pela CLT. E a última permite que só servidores da mesma carreira possam avaliar o funcionário. O Sindicato dos Servidores Públicos Federais do DF (Sindsep) está preocupado com o projeto. Alerta para o risco, "pouco lembrado, de as gratificações de desempenho serem um caminho aberto para a regulamentação das demissões, além de quebrar a paridade".
Lobby pela reestruturação
Integrantes da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) se reuniram com o ministro do Trabalho, Carlos Luppi, para pedir apoio à aprovação de reestruturação da carreira dos servidores da Ciência e Tecnologia. A expectativa é de que Luppi converse também com os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Sérgio Rezende (Ciência e Tecnologia) para que eles apóiem o pleito da categoria. Entre maio e agosto, o governo enfrentou uma série de paralisações relâmpago promovidas por servidores da área. A onda de protestos garantiu a instalação de um processo de negociação que está em curso no Ministério do Planejamento, mas que até agora em pouco avançou. Para a categoria, a proposta do governo está longe de atender as demandas por reestruturação da carreira.
Maria Eugênia
Jornal de Brasília
Jornal de Brasília
Depois de quatro anos parado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, voltou a andar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 248/98, que possibilita a demissão do servidor público estável por insuficiência de desempenho. A Câmara precisa apreciar as três emendas feitas pelos senadores à proposta. O Executivo determinou prioridade para a proposta e, agora, os deputados têm de votar o projeto em regime de urgência urgentíssima. O projeto foi aprovado pela Câmara em agosto de 1999. Pela proposta, todos os servidores públicos federais que tivessem desempenho insuficiente poderiam perder o cargo. O projeto define também as carreiras típicas de Estado, aquelas que, em caso de cortes no funcionalismo, seriam as últimas a serem atingidas. A primeira emenda feita pelo Senado amplia a lista das carreiras típicas de Estado. A segunda emenda impede que os servidores sejam regidos pela CLT. E a última permite que só servidores da mesma carreira possam avaliar o funcionário. O Sindicato dos Servidores Públicos Federais do DF (Sindsep) está preocupado com o projeto. Alerta para o risco, "pouco lembrado, de as gratificações de desempenho serem um caminho aberto para a regulamentação das demissões, além de quebrar a paridade".
Lobby pela reestruturação
Integrantes da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) se reuniram com o ministro do Trabalho, Carlos Luppi, para pedir apoio à aprovação de reestruturação da carreira dos servidores da Ciência e Tecnologia. A expectativa é de que Luppi converse também com os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Sérgio Rezende (Ciência e Tecnologia) para que eles apóiem o pleito da categoria. Entre maio e agosto, o governo enfrentou uma série de paralisações relâmpago promovidas por servidores da área. A onda de protestos garantiu a instalação de um processo de negociação que está em curso no Ministério do Planejamento, mas que até agora em pouco avançou. Para a categoria, a proposta do governo está longe de atender as demandas por reestruturação da carreira.