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Publicado: 30/08/2007 | 11:07
Paulo Bernardo promete cortar ponto de grevistas
Gazeta Mercantil
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, classificou ontem como chantagem a greve dos fiscais agropecuários, iniciada na terça-feira, pela terceira vez este ano. Os fiscais exigem 45% de reajuste de salários, mas o governo só aceita conceder 20,3% em três parcelas. Segundo o ministro, a proposta já foi revista quatro vezes.
Embora admita que as exportações continuam sendo despachadas, já que uma liminar da Justiça obrigou a preservação dos serviços, Bernardo disse que o governo não aceita negociar com a ameaça dos servidores de pararem as exportações. "Não podemos ficar numa negociação à base de chantagem. Em algumas greves, esse é um exemplo, os servidores estão se valendo da possibilidade de parar exportações e a produção de carnes e alimentos. Isso resvala para o terreno da chantagem. Isso afeta exportações, empregos, gera tumulto enorme. Já avisamos aos deputados da bancada ruralista que o governo não vai além", concluiu o ministro.
Bernardo avisou que o governo pretende cortar o ponto dos grevistas e disse que o governo vê com bons olhos o projeto de lei que limita o direito à greve. "Temos de mandar logo o projeto para o Congresso. Sem essa lei, as categorias acham que vale tudo", disse.
Gazeta Mercantil
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, classificou ontem como chantagem a greve dos fiscais agropecuários, iniciada na terça-feira, pela terceira vez este ano. Os fiscais exigem 45% de reajuste de salários, mas o governo só aceita conceder 20,3% em três parcelas. Segundo o ministro, a proposta já foi revista quatro vezes.
Embora admita que as exportações continuam sendo despachadas, já que uma liminar da Justiça obrigou a preservação dos serviços, Bernardo disse que o governo não aceita negociar com a ameaça dos servidores de pararem as exportações. "Não podemos ficar numa negociação à base de chantagem. Em algumas greves, esse é um exemplo, os servidores estão se valendo da possibilidade de parar exportações e a produção de carnes e alimentos. Isso resvala para o terreno da chantagem. Isso afeta exportações, empregos, gera tumulto enorme. Já avisamos aos deputados da bancada ruralista que o governo não vai além", concluiu o ministro.
Bernardo avisou que o governo pretende cortar o ponto dos grevistas e disse que o governo vê com bons olhos o projeto de lei que limita o direito à greve. "Temos de mandar logo o projeto para o Congresso. Sem essa lei, as categorias acham que vale tudo", disse.