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Publicado: 30/08/2007 | 09:47
Apuração é iniciada na Câmara
Lúcio Vaz
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Teve início ontem o processo de investigação na contratação de funcionários fantasmas pela Procuradoria Parlamentar da Câmara na gestão do deputado Alexandre Santos (PMDB-RJ). O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), comunicou o fato na reunião da Mesa Diretora, realizada ontem pela manhã, e determinou ao primeiro-secretário, Osmar Serraglio (PMDB-PR), um levantamento completo sobre a situação funcional da procuradoria, além da abertura de uma sindicância para investigar possíveis irregularidades cometidas por servidores.
Serraglio vai iniciar o seu trabalho colhendo informações com o diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, e com o Departamento de Pessoal da Casa. Se forem comprovadas as denúncias de contratação de servidores fantasmas, desvio de função, nepotismo e assinatura de atestado de presença falso, a Mesa Diretora poderá enviar o caso para a corregedoria, que investiga parlamentares e pode abrir processo de cassação por quebra de decoro parlamentar.
Reportagem publicada pelo Correio na segunda-feira mostrou que pelo menos quatro servidores contratados pela procuradoria, com salários de R$ 6,5 mil e R$ 8,7 mil, estavam à disposição do gabinete de Santos, prática proibida pela resolução 01/07. Essa resolução extinguiu 1.050 cargos de natureza especial (CNEs). Mas as irregularidades continuam. Santos contratou sobrinha que mora em Niterói (RJ), enquanto a chefe de gabinete dele, Adna Coelho Serra, contratou mais quatro parentes.
Lúcio Vaz
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Teve início ontem o processo de investigação na contratação de funcionários fantasmas pela Procuradoria Parlamentar da Câmara na gestão do deputado Alexandre Santos (PMDB-RJ). O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), comunicou o fato na reunião da Mesa Diretora, realizada ontem pela manhã, e determinou ao primeiro-secretário, Osmar Serraglio (PMDB-PR), um levantamento completo sobre a situação funcional da procuradoria, além da abertura de uma sindicância para investigar possíveis irregularidades cometidas por servidores.
Serraglio vai iniciar o seu trabalho colhendo informações com o diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, e com o Departamento de Pessoal da Casa. Se forem comprovadas as denúncias de contratação de servidores fantasmas, desvio de função, nepotismo e assinatura de atestado de presença falso, a Mesa Diretora poderá enviar o caso para a corregedoria, que investiga parlamentares e pode abrir processo de cassação por quebra de decoro parlamentar.
Reportagem publicada pelo Correio na segunda-feira mostrou que pelo menos quatro servidores contratados pela procuradoria, com salários de R$ 6,5 mil e R$ 8,7 mil, estavam à disposição do gabinete de Santos, prática proibida pela resolução 01/07. Essa resolução extinguiu 1.050 cargos de natureza especial (CNEs). Mas as irregularidades continuam. Santos contratou sobrinha que mora em Niterói (RJ), enquanto a chefe de gabinete dele, Adna Coelho Serra, contratou mais quatro parentes.