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Publicado: 27/08/2007 | 11:01
Servidores devem repor gastos, exige procurador
O Estado de S. Paulo
O Ministério Público Federal no Distrito Federal vai cobrar a devolução de R$ 1,5 milhão que teriam sido gastos irregularmente com passagens aéreas e hospedagens de 19 servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procurador Rômulo Moreira Conrado entrou na Justiça Federal contra os funcionários, que integravam a direção da empresa em 2002. A Anvisa informou, por nota, que criou sindicância para investigar as acusações.
O Ministério Público Federal no Distrito Federal vai cobrar a devolução de R$ 1,5 milhão que teriam sido gastos irregularmente com passagens aéreas e hospedagens de 19 servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procurador Rômulo Moreira Conrado entrou na Justiça Federal contra os funcionários, que integravam a direção da empresa em 2002. A Anvisa informou, por nota, que criou sindicância para investigar as acusações.
O Estado de S. Paulo
O Ministério Público Federal no Distrito Federal vai cobrar a devolução de R$ 1,5 milhão que teriam sido gastos irregularmente com passagens aéreas e hospedagens de 19 servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procurador Rômulo Moreira Conrado entrou na Justiça Federal contra os funcionários, que integravam a direção da empresa em 2002. A Anvisa informou, por nota, que criou sindicância para investigar as acusações.
O Ministério Público Federal no Distrito Federal vai cobrar a devolução de R$ 1,5 milhão que teriam sido gastos irregularmente com passagens aéreas e hospedagens de 19 servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procurador Rômulo Moreira Conrado entrou na Justiça Federal contra os funcionários, que integravam a direção da empresa em 2002. A Anvisa informou, por nota, que criou sindicância para investigar as acusações.