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Publicado: 24/08/2007 | 10:30
Taxa de desemprego tem leve recuo em julho, mas renda cai
Jornal do Brasil
A taxa de desemprego no país, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), recuou levemente de junho para julho. Apesar da boa notícia, o IBGE também detectou uma redução dos rendimentos dos trabalhadores no mesmo período. Nas seis principais regiões metropolitanas, a taxa de desocupação ficou em 9,5% no mês passado, ante 9,7% em junho. O rendimento dos empregados caiu 1,2% na mesma comparação, para R$ 1.108,30.
Os dados mensais frustraram o IBGE, mas as leituras em relação a julho do ano passado mostram que o mercado de trabalho está melhor, segundo o Instituto.
A expectativa era de que a taxa caísse um pouco mais - disse Cimar Pereira, responsável pela pesquisa. - O mercado de trabalho praticamente não se alterou de junho para julho.
No Rio de Janeiro, a população economicamente ativa ficou 1% abaixo do verificado em junho, o que levou a uma queda da taxa de desemprego no Estado e no índice geral. Na avaliação de Pereira, os Jogos Pan-Americanos não tiveram influência sobre o emprego da região.
O quadro melhora um pouco quando comparado aos resultados de julho do ano passado. O rendimento das pessoas com emprego subiu 2,5%, enquanto a taxa de desemprego caiu 1,2 ponto percentual.
Em um ano, o mercado de trabalho está mais formal, mais organizado, pagando mais e há um maior contigente de pessoas trabalhando - afirmou Pereira.
Na média dos sete primeiros meses deste ano, a taxa de desemprego é de 9,8%, ante 10,2% em igual período do ano passado. O rendimento médio no ano tem alta de 4,2%.
Jornal do Brasil
A taxa de desemprego no país, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), recuou levemente de junho para julho. Apesar da boa notícia, o IBGE também detectou uma redução dos rendimentos dos trabalhadores no mesmo período. Nas seis principais regiões metropolitanas, a taxa de desocupação ficou em 9,5% no mês passado, ante 9,7% em junho. O rendimento dos empregados caiu 1,2% na mesma comparação, para R$ 1.108,30.
Os dados mensais frustraram o IBGE, mas as leituras em relação a julho do ano passado mostram que o mercado de trabalho está melhor, segundo o Instituto.
A expectativa era de que a taxa caísse um pouco mais - disse Cimar Pereira, responsável pela pesquisa. - O mercado de trabalho praticamente não se alterou de junho para julho.
No Rio de Janeiro, a população economicamente ativa ficou 1% abaixo do verificado em junho, o que levou a uma queda da taxa de desemprego no Estado e no índice geral. Na avaliação de Pereira, os Jogos Pan-Americanos não tiveram influência sobre o emprego da região.
O quadro melhora um pouco quando comparado aos resultados de julho do ano passado. O rendimento das pessoas com emprego subiu 2,5%, enquanto a taxa de desemprego caiu 1,2 ponto percentual.
Em um ano, o mercado de trabalho está mais formal, mais organizado, pagando mais e há um maior contigente de pessoas trabalhando - afirmou Pereira.
Na média dos sete primeiros meses deste ano, a taxa de desemprego é de 9,8%, ante 10,2% em igual período do ano passado. O rendimento médio no ano tem alta de 4,2%.