antigas Publicado: 23/08/2007 | 11:48

Liberação lenta no PAC

Luís Osvaldo Grossmann
Correio Braziliense

Sete meses depois de lançado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) liberou apenas 29,8% dos R$ 14,7 bilhões previstos para este ano — ou seja, R$ 4,4 bilhões. Apesar disso, o resultado foi comemorado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, pois representa mais do que o dobro do valor empenhado até abril, R$ 1,9 bilhão, quando o governo apresentou o primeiro balanço do PAC. Uma nova atualização será divulgada em setembro.

Ao apresentar os números em evento promovido pela Associação Brasileira de Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), a ministra também afirmou que o ritmo das obras está mais forte, com empreendimentos listados entre os do cronograma ideal, a exemplo das hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, que conseguiram a licença ambiental e começarão a ser leiloadas no final de outubro.

Mas na disputa da Santo Antonio, o governo ainda negocia com a construtora Odebrecht uma mudança no acordo que a empresa firmou com Furnas. A união da empreiteira com a estatal será mantida, ao contrário do que pretendia o Ministério de Minas e Energia. Porém, é necessária uma mudança no contrato para autorizar outras estatais, “irmãs” de Furnas, como Chesf e Eletronorte, a se unirem a consórcios que igualmente disputarão o leilão.

Luís Osvaldo Grossmann
Correio Braziliense

Sete meses depois de lançado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) liberou apenas 29,8% dos R$ 14,7 bilhões previstos para este ano — ou seja, R$ 4,4 bilhões. Apesar disso, o resultado foi comemorado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, pois representa mais do que o dobro do valor empenhado até abril, R$ 1,9 bilhão, quando o governo apresentou o primeiro balanço do PAC. Uma nova atualização será divulgada em setembro.

Ao apresentar os números em evento promovido pela Associação Brasileira de Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), a ministra também afirmou que o ritmo das obras está mais forte, com empreendimentos listados entre os do cronograma ideal, a exemplo das hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, que conseguiram a licença ambiental e começarão a ser leiloadas no final de outubro.

Mas na disputa da Santo Antonio, o governo ainda negocia com a construtora Odebrecht uma mudança no acordo que a empresa firmou com Furnas. A união da empreiteira com a estatal será mantida, ao contrário do que pretendia o Ministério de Minas e Energia. Porém, é necessária uma mudança no contrato para autorizar outras estatais, “irmãs” de Furnas, como Chesf e Eletronorte, a se unirem a consórcios que igualmente disputarão o leilão.