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Publicado: 14/08/2007 | 09:54
Supersimples adiado para o próximo dia 20
Correio Braziliense
O governo adiou de amanhã para o dia 20 a entrada em vigor do novo regime tributário unificado para micro e pequenas empresas, o Supersimples (que junta tributos federais, ICMS e ISS). Um dos motivos para o adiamento é que, mesmo com as alterações aprovadas pelo Congresso na semana passada, permanece a desinformação e o risco de aumento da carga de impostos para segmentos da prestação de serviços, além de perda de vantagens, como a isenção de ICMS em vários estados.
Originalmente, o Supersimples começaria a vigorar no dia 1° de agosto. Em 30 de julho, o prazo foi adiado para o dia 15, para que o Congresso pudesse fazer correções que prejudicavam pelo menos 500 mil empresas (como salões de beleza e borracharias). Essas mudanças foram aprovadas na semana passada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contudo, ainda não sancionou a lei, o que aumenta as incertezas sobre o que estará realmente valendo.
Além dos vetos já negociados com o Parlamento — como a proibição para que empresas de transportes interestadual e intermunicipal entrem no sistema — outros pontos aprovados podem ser negados pelo Palácio do Planalto. O comitê gestor vai oficializar hoje ou amanhã a nova prorrogação.
“Temos que dar mais alguns dias para que os setores que sofreram alterações aprovadas na semana passada se adequem. Claro que esse novo prazo vai beneficiar todas as empresas”, afirmou Silas Santiago, secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional.
Correio Braziliense
O governo adiou de amanhã para o dia 20 a entrada em vigor do novo regime tributário unificado para micro e pequenas empresas, o Supersimples (que junta tributos federais, ICMS e ISS). Um dos motivos para o adiamento é que, mesmo com as alterações aprovadas pelo Congresso na semana passada, permanece a desinformação e o risco de aumento da carga de impostos para segmentos da prestação de serviços, além de perda de vantagens, como a isenção de ICMS em vários estados.
Originalmente, o Supersimples começaria a vigorar no dia 1° de agosto. Em 30 de julho, o prazo foi adiado para o dia 15, para que o Congresso pudesse fazer correções que prejudicavam pelo menos 500 mil empresas (como salões de beleza e borracharias). Essas mudanças foram aprovadas na semana passada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contudo, ainda não sancionou a lei, o que aumenta as incertezas sobre o que estará realmente valendo.
Além dos vetos já negociados com o Parlamento — como a proibição para que empresas de transportes interestadual e intermunicipal entrem no sistema — outros pontos aprovados podem ser negados pelo Palácio do Planalto. O comitê gestor vai oficializar hoje ou amanhã a nova prorrogação.
“Temos que dar mais alguns dias para que os setores que sofreram alterações aprovadas na semana passada se adequem. Claro que esse novo prazo vai beneficiar todas as empresas”, afirmou Silas Santiago, secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional.