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Publicado: 3/08/2007 | 10:19
Centrais brigam pelo Codefat
O Estado de S. Paulo
O surgimento da União Geral dos Trabalhadores (UGT), terceira grande central sindical do País, provocou uma divisão na bancada dos trabalhadores dentro do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
Na reunião de ontem, que deveria escolher o novo presidente, a recém-criada central se rebelou contra o rodízio histórico entre os representantes dos trabalhadores no conselho para ocupar o cargo e, com isso, tirou da Força Sindical o posto que ela já tinha há meses como certo.
O Codefat é formado por 12 membros, que representam os trabalhadores, os empresários e o governo e é responsável pela aplicação de um orçamento anual superior a R$ 30 bilhões de recursos do FAT.
A presidência do Codefat atualmente é do governo e, a cada dois anos, um integrante das duas outras partes assume o comando do conselho.
"Se precisar, vamos para o voto", afirmou o atual vice-presidente do Codefat, Luiz Fernando Emediato, que é integrante da Força Sindical e estava indicado para a presidência do órgão.
O concorrente de última hora ao cargo é Francisco Canindé Pegado, ex-presidente da Central Geral dos Trabalhadores (CGT), que se uniu à Social Democracia Sindical (SDS) e à Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT) para formar a UGT.
A disputa acabou adiando a escolha do novo presidente para o próximo dia 16 de agosto, após bate-boca e palavras exaltadas dos participantes da reunião, que podiam ser ouvidos nos corredores do Ministério do Trabalho. Até essa data, as centrais vão tentar fechar um acordo para a escolha o presidente da entidade por consenso, evitando uma votação.
O Estado de S. Paulo
O surgimento da União Geral dos Trabalhadores (UGT), terceira grande central sindical do País, provocou uma divisão na bancada dos trabalhadores dentro do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
Na reunião de ontem, que deveria escolher o novo presidente, a recém-criada central se rebelou contra o rodízio histórico entre os representantes dos trabalhadores no conselho para ocupar o cargo e, com isso, tirou da Força Sindical o posto que ela já tinha há meses como certo.
O Codefat é formado por 12 membros, que representam os trabalhadores, os empresários e o governo e é responsável pela aplicação de um orçamento anual superior a R$ 30 bilhões de recursos do FAT.
A presidência do Codefat atualmente é do governo e, a cada dois anos, um integrante das duas outras partes assume o comando do conselho.
"Se precisar, vamos para o voto", afirmou o atual vice-presidente do Codefat, Luiz Fernando Emediato, que é integrante da Força Sindical e estava indicado para a presidência do órgão.
O concorrente de última hora ao cargo é Francisco Canindé Pegado, ex-presidente da Central Geral dos Trabalhadores (CGT), que se uniu à Social Democracia Sindical (SDS) e à Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT) para formar a UGT.
A disputa acabou adiando a escolha do novo presidente para o próximo dia 16 de agosto, após bate-boca e palavras exaltadas dos participantes da reunião, que podiam ser ouvidos nos corredores do Ministério do Trabalho. Até essa data, as centrais vão tentar fechar um acordo para a escolha o presidente da entidade por consenso, evitando uma votação.