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Publicado: 1/08/2007 | 11:10
Cabral quer mais 2 mil PMs nas ruas
Jornal do Brasil
Para agir no futuro por conta própria, o governador garante que até novembro mais 2 mil policiais militares aprovados no concurso público do início do ano estarão nas ruas. Na Polícia Civil, segundo Cabral, haverá concurso para inspetores, investigadores e peritos. Mas o chefe do Executivo estadual aposta que o uso da mão-de-obra da polícia ficará bem melhor diante do sistema de controle e informações montado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública para funcionar durante o Pan e que vai ser herdado pelo Estado.
Atualmente instalado em um prédio da União na rua Senador Dantas, no Centro, o centro será unificado com o que já existe na sede da Secretaria estadual de Segurança Pública, na Central do Brasil.
Dentro em breve, o Rio vai realizar operações nas vias da cidade em que a passagem de um carro roubado será automaticamente registrada e uma blitz inteligente, com informação on-line do histórico do veículo, vai interceptar o carro metros adiante por outros policiais - explicou o governador durante visita ao centro ontem pela manhã.
O Centro de Comando e Controle também é divido por áreas. Aquelas com maior índice de criminalidade terá efetivo deslocado. Na prática, significa que áreas como os bairros de Oswaldo Cruz e Cascadura, onde o menino João Hélio Vieites foi arrastado em fevereiro por 10 minutos sem que policiais vissem o crime, teria reforço policial, já que a área do 9º BPM (Rocha Miranda) é a que registra mais crimes no Estado.
O secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, informou que, desde o início da preparação para a segurança dos Jogos Pan-Americanos, a quantia investida e que será herdada em forma de tecnologia contra a criminalidade chega a R$ 400 milhões.
Não inventamos a roda ao investir no centro de controle e informação. Apenas seguimos o que dá certo em países que conseguiram controlar a criminalidade e agora o aparato servirá como legado dos Jogos.
Jornal do Brasil
Para agir no futuro por conta própria, o governador garante que até novembro mais 2 mil policiais militares aprovados no concurso público do início do ano estarão nas ruas. Na Polícia Civil, segundo Cabral, haverá concurso para inspetores, investigadores e peritos. Mas o chefe do Executivo estadual aposta que o uso da mão-de-obra da polícia ficará bem melhor diante do sistema de controle e informações montado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública para funcionar durante o Pan e que vai ser herdado pelo Estado.
Atualmente instalado em um prédio da União na rua Senador Dantas, no Centro, o centro será unificado com o que já existe na sede da Secretaria estadual de Segurança Pública, na Central do Brasil.
Dentro em breve, o Rio vai realizar operações nas vias da cidade em que a passagem de um carro roubado será automaticamente registrada e uma blitz inteligente, com informação on-line do histórico do veículo, vai interceptar o carro metros adiante por outros policiais - explicou o governador durante visita ao centro ontem pela manhã.
O Centro de Comando e Controle também é divido por áreas. Aquelas com maior índice de criminalidade terá efetivo deslocado. Na prática, significa que áreas como os bairros de Oswaldo Cruz e Cascadura, onde o menino João Hélio Vieites foi arrastado em fevereiro por 10 minutos sem que policiais vissem o crime, teria reforço policial, já que a área do 9º BPM (Rocha Miranda) é a que registra mais crimes no Estado.
O secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, informou que, desde o início da preparação para a segurança dos Jogos Pan-Americanos, a quantia investida e que será herdada em forma de tecnologia contra a criminalidade chega a R$ 400 milhões.
Não inventamos a roda ao investir no centro de controle e informação. Apenas seguimos o que dá certo em países que conseguiram controlar a criminalidade e agora o aparato servirá como legado dos Jogos.