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Publicado: 25/07/2007 | 11:38
Ministros discutem indicações para mais de 500 vagas
Valor Econômico
Com interinos em mais de 500 cargos de confiança, os ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência) e Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) passaram a manhã de ontem em busca de um consenso para preencher essas funções. Como são cargos políticos, eles receberam sugestões de aliados e legendas de todo o país.
Até o momento, os três ministros ainda não conseguiram fechar os nomes para as funções. Eles desenharam uma espécie de mapa com as indicações dos partidos -que apoiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última eleição- e marcaram uma nova reunião em busca de definições sobre os cargos de confiança que serão ocupados por cada legenda.
Hoje, os ministros Bernardo, Dulci e Mares Guia conversaram sobre as opções que estão em aberto, como cargos de confiança nos Correios, na Petrobras, na Eletronorte e na Eletrobrás.
Há mais de 40 dias, o PMDB espera uma sinalização do presidente Lula para encaminhar os nomes cotados pela legenda para funções em várias empresas do governo federal.
Entretanto, com a crise provocada pelas denúncias envolvendo o nome do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) - um dos principais caciques do partido - as negociações ficaram estagnadas. O senador pemedebista é investigado por suposta quebra de decoro parlamentar.
Por ora, não há previsão para novos anúncios sobre os cargos de confiança. De acordo com interlocutores do Palácio do Planalto, os ministros do Planejamento, da Secretaria Geral da Presidência e de Relações Institucionais buscam um acordo sobre os nomes e as eventuais funções que podem desempenhar, mas os sinais sobre o momento adequado será dado pelo presidente Lula.
Valor Econômico
Com interinos em mais de 500 cargos de confiança, os ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência) e Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) passaram a manhã de ontem em busca de um consenso para preencher essas funções. Como são cargos políticos, eles receberam sugestões de aliados e legendas de todo o país.
Até o momento, os três ministros ainda não conseguiram fechar os nomes para as funções. Eles desenharam uma espécie de mapa com as indicações dos partidos -que apoiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última eleição- e marcaram uma nova reunião em busca de definições sobre os cargos de confiança que serão ocupados por cada legenda.
Hoje, os ministros Bernardo, Dulci e Mares Guia conversaram sobre as opções que estão em aberto, como cargos de confiança nos Correios, na Petrobras, na Eletronorte e na Eletrobrás.
Há mais de 40 dias, o PMDB espera uma sinalização do presidente Lula para encaminhar os nomes cotados pela legenda para funções em várias empresas do governo federal.
Entretanto, com a crise provocada pelas denúncias envolvendo o nome do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) - um dos principais caciques do partido - as negociações ficaram estagnadas. O senador pemedebista é investigado por suposta quebra de decoro parlamentar.
Por ora, não há previsão para novos anúncios sobre os cargos de confiança. De acordo com interlocutores do Palácio do Planalto, os ministros do Planejamento, da Secretaria Geral da Presidência e de Relações Institucionais buscam um acordo sobre os nomes e as eventuais funções que podem desempenhar, mas os sinais sobre o momento adequado será dado pelo presidente Lula.