Dieese analisa relação de trabalho formal no País nos últimos anos
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Publicado: 25/07/2007 | 11:37
Passagem ficou 32% mais cara nos últimos anos
Raquel Salgado
Valor Econômico
Valor Econômico
Apesar do acirramento da concorrência entre as empresas de aviação e do aumento do número de promoções, os preços das passagens áreas subiram nos últimos anos e acumularam uma alta de 31,6% entre 2003 e 2006. Foi uma variação um pouco acima da apresentada no mesmo período pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou elevação de 28,2%.
No ano passado, contudo, em média, as passagens registraram queda de 9,6%, de acordo com os dados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sem esse recuo, a alta acumulada no período do primeiro mandato do governo Lula teria sido ainda maior, de 45,6%.
Segundo os dados divulgados trimestralmente pelas maiores companhias aéreas brasileiras, TAM e Gol, as passagens não ficaram mais baratas no ano passado, mas sim em 2005 e neste início de ano. Em média, a passagem da Gol custou, em 2006, R$ 211,84, 6% mais cara do que a passagem vendida no ano anterior, quando estava em R$ 199,84. No primeiro trimestre deste ano, porém, a passagem ficou, em média, em R$ 182 um valor 14% menor do que o pago pelo consumidor em 2006.
Já a passagem da TAM, neste começo de ano custou, em média, R$ 240, o que representou uma queda de 10,5% em relação aos R$ 268 cobrados dos clientes no ano passado. Esse valor foi quase o mesmo verificado em 2005, quando a passagem custava R$ 267.
A economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria Integrada, acompanha o setor de aviação e conta que as passagens não estão ficando tão mais baratas. "O movimento mais forte, na verdade, é o de melhora do poder aquisitivo dos brasileiros. Com isso, a sensação é de que as passagens não são mais tão inacessíveis quanto no passado", explica a economista. Além disso, ela lembra que existem muitas promoções, especialmente na ponte-área, o que acaba distorcendo um pouco a visão sobre os preços. "Na média, porém, os preços ainda são bem altos", diz.
Raquel Salgado
Valor Econômico
Valor Econômico
Apesar do acirramento da concorrência entre as empresas de aviação e do aumento do número de promoções, os preços das passagens áreas subiram nos últimos anos e acumularam uma alta de 31,6% entre 2003 e 2006. Foi uma variação um pouco acima da apresentada no mesmo período pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou elevação de 28,2%.
No ano passado, contudo, em média, as passagens registraram queda de 9,6%, de acordo com os dados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sem esse recuo, a alta acumulada no período do primeiro mandato do governo Lula teria sido ainda maior, de 45,6%.
Segundo os dados divulgados trimestralmente pelas maiores companhias aéreas brasileiras, TAM e Gol, as passagens não ficaram mais baratas no ano passado, mas sim em 2005 e neste início de ano. Em média, a passagem da Gol custou, em 2006, R$ 211,84, 6% mais cara do que a passagem vendida no ano anterior, quando estava em R$ 199,84. No primeiro trimestre deste ano, porém, a passagem ficou, em média, em R$ 182 um valor 14% menor do que o pago pelo consumidor em 2006.
Já a passagem da TAM, neste começo de ano custou, em média, R$ 240, o que representou uma queda de 10,5% em relação aos R$ 268 cobrados dos clientes no ano passado. Esse valor foi quase o mesmo verificado em 2005, quando a passagem custava R$ 267.
A economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria Integrada, acompanha o setor de aviação e conta que as passagens não estão ficando tão mais baratas. "O movimento mais forte, na verdade, é o de melhora do poder aquisitivo dos brasileiros. Com isso, a sensação é de que as passagens não são mais tão inacessíveis quanto no passado", explica a economista. Além disso, ela lembra que existem muitas promoções, especialmente na ponte-área, o que acaba distorcendo um pouco a visão sobre os preços. "Na média, porém, os preços ainda são bem altos", diz.