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Publicado: 25/07/2007 | 10:25
Dívida pode ser parcelada em até 60 meses
Mariana Flores
Correio Braziliense
Correio Braziliense
De cada 100 micros e pequenas empresas brasilienses que podem aderir ao Supersimples, pelo menos 70 apresentam alguma pendência fiscal com o Governo do Distrito Federal. A estimativa da Secretaria da Fazenda é que 17 mil empresários estão devedores, seja pelo não pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ou do Imposto Sobre Serviços (ISS). Eles fazem parte de um universo de 24 mil empresas que faturam menos de R$ 2,4 milhões por ano, limite do GDF para ser considerada pequena. Com as dívidas, as firmas não podem ingressar no sistema simplificado nacional, cujo prazo de adesão termina na próxima terça-feira.
Na tentativa de diminuir o endividamento e facilitar a adesão ao Supersimples, o GDF lançou ontem um programa de reparcelamento dos débitos fiscais. “Pagando menos impostos, elas gastam menos dinheiro, menos tempo e ainda têm a vida facilitada”, afirma o governador do GDF, José Roberto Arruda.
O programa inclui alterações no parcelamento de dívidas com a Secretaria de Fazenda do DF. A principal mudança é que os débitos ficarão mais baratos. A correção, que antes era feita pela taxa básica de juros (Selic), atualmente em 11,5% ao ano, passa a ser feita pelo Índice Nacional de Preços aos Consumidor (INPC), que acumulou nos últimos 12 meses 3,69%. Os débitos podem ser parcelados ou reparcelados em até 60 meses.
A expectativa do GDF é que a adesão das brasilienses ao Supersimples implique em uma maior formalização na capital federal. “Queremos formalizar mais empresas para que elas gerem mais empregos”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do DF, Paulo Octávio. Para fazer o reparcelamento os interessados podem procurar uma das agências de atendimento da Receita da Secretaria de Fazenda, as unidades do Na Hora ou a Procuradoria-Geral do DF, no caso de contribuintes que estão sendo executados judicialmente. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 156.
Mariana Flores
Correio Braziliense
Correio Braziliense
De cada 100 micros e pequenas empresas brasilienses que podem aderir ao Supersimples, pelo menos 70 apresentam alguma pendência fiscal com o Governo do Distrito Federal. A estimativa da Secretaria da Fazenda é que 17 mil empresários estão devedores, seja pelo não pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ou do Imposto Sobre Serviços (ISS). Eles fazem parte de um universo de 24 mil empresas que faturam menos de R$ 2,4 milhões por ano, limite do GDF para ser considerada pequena. Com as dívidas, as firmas não podem ingressar no sistema simplificado nacional, cujo prazo de adesão termina na próxima terça-feira.
Na tentativa de diminuir o endividamento e facilitar a adesão ao Supersimples, o GDF lançou ontem um programa de reparcelamento dos débitos fiscais. “Pagando menos impostos, elas gastam menos dinheiro, menos tempo e ainda têm a vida facilitada”, afirma o governador do GDF, José Roberto Arruda.
O programa inclui alterações no parcelamento de dívidas com a Secretaria de Fazenda do DF. A principal mudança é que os débitos ficarão mais baratos. A correção, que antes era feita pela taxa básica de juros (Selic), atualmente em 11,5% ao ano, passa a ser feita pelo Índice Nacional de Preços aos Consumidor (INPC), que acumulou nos últimos 12 meses 3,69%. Os débitos podem ser parcelados ou reparcelados em até 60 meses.
A expectativa do GDF é que a adesão das brasilienses ao Supersimples implique em uma maior formalização na capital federal. “Queremos formalizar mais empresas para que elas gerem mais empregos”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do DF, Paulo Octávio. Para fazer o reparcelamento os interessados podem procurar uma das agências de atendimento da Receita da Secretaria de Fazenda, as unidades do Na Hora ou a Procuradoria-Geral do DF, no caso de contribuintes que estão sendo executados judicialmente. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 156.