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Publicado: 18/07/2007 | 10:41
Denunciado pela Procuradoria, estaleiro cobra R$ 11 milhões a mais da Petrobras
PEDRO SOARES
Folha de S. Paulo
O estaleiro Mauá Jurong cobra da Petrobras R$ 11 milhões referentes a serviços adicionais realizados durante a reforma da plataforma P-16, cuja licitação teria sido fraudada, segundo denúncia do Ministério Público Federal que resultou na operação Águas Profundas da Polícia Federal. O valor total do reparo da unidade foi de R$ 44,9 milhões.
Segundo o Mauá Jurong, a obra ficou mais cara porque houve a necessidade de alocação de mais mão-de-obra. Também pesaram no orçamento custos extras com o atracamento da plataforma.
O estaleiro diz ter registrado prejuízo com a reforma da P-16, cujos custos com equipamentos e serviços teriam superado em R$ 5,2 milhões o valor pago pela Petrobras. Considerando também a remuneração do estaleiro pelo serviço, a cifra chega a R$ 11 milhões.
Originalmente, a Petrobras havia estabelecido um orçamento de R$ 51,7 milhões para a modernização da P-16, mas ele não foi executado integralmente -o que é comum em projetos de reformas.
Desde junho de 2006, o estaleiro cobra a Petrobras, que rejeita os números, segundo a Mauá Jurong. A Petrobras confirmou que reunião para tratar do assunto está marcada para a semana que vem. A Folha apurou que a estatal dificilmente aceitará o pleito.
O Mauá Jurong é um dos maiores prestadores de serviços da Petrobras na área de construção de plataformas e embarcações. A reforma da P-16 representou 4% do faturamento da empresa em 2006.
Folha de S. Paulo
O estaleiro Mauá Jurong cobra da Petrobras R$ 11 milhões referentes a serviços adicionais realizados durante a reforma da plataforma P-16, cuja licitação teria sido fraudada, segundo denúncia do Ministério Público Federal que resultou na operação Águas Profundas da Polícia Federal. O valor total do reparo da unidade foi de R$ 44,9 milhões.
Segundo o Mauá Jurong, a obra ficou mais cara porque houve a necessidade de alocação de mais mão-de-obra. Também pesaram no orçamento custos extras com o atracamento da plataforma.
O estaleiro diz ter registrado prejuízo com a reforma da P-16, cujos custos com equipamentos e serviços teriam superado em R$ 5,2 milhões o valor pago pela Petrobras. Considerando também a remuneração do estaleiro pelo serviço, a cifra chega a R$ 11 milhões.
Originalmente, a Petrobras havia estabelecido um orçamento de R$ 51,7 milhões para a modernização da P-16, mas ele não foi executado integralmente -o que é comum em projetos de reformas.
Desde junho de 2006, o estaleiro cobra a Petrobras, que rejeita os números, segundo a Mauá Jurong. A Petrobras confirmou que reunião para tratar do assunto está marcada para a semana que vem. A Folha apurou que a estatal dificilmente aceitará o pleito.
O Mauá Jurong é um dos maiores prestadores de serviços da Petrobras na área de construção de plataformas e embarcações. A reforma da P-16 representou 4% do faturamento da empresa em 2006.
PEDRO SOARES
Folha de S. Paulo
O estaleiro Mauá Jurong cobra da Petrobras R$ 11 milhões referentes a serviços adicionais realizados durante a reforma da plataforma P-16, cuja licitação teria sido fraudada, segundo denúncia do Ministério Público Federal que resultou na operação Águas Profundas da Polícia Federal. O valor total do reparo da unidade foi de R$ 44,9 milhões.
Segundo o Mauá Jurong, a obra ficou mais cara porque houve a necessidade de alocação de mais mão-de-obra. Também pesaram no orçamento custos extras com o atracamento da plataforma.
O estaleiro diz ter registrado prejuízo com a reforma da P-16, cujos custos com equipamentos e serviços teriam superado em R$ 5,2 milhões o valor pago pela Petrobras. Considerando também a remuneração do estaleiro pelo serviço, a cifra chega a R$ 11 milhões.
Originalmente, a Petrobras havia estabelecido um orçamento de R$ 51,7 milhões para a modernização da P-16, mas ele não foi executado integralmente -o que é comum em projetos de reformas.
Desde junho de 2006, o estaleiro cobra a Petrobras, que rejeita os números, segundo a Mauá Jurong. A Petrobras confirmou que reunião para tratar do assunto está marcada para a semana que vem. A Folha apurou que a estatal dificilmente aceitará o pleito.
O Mauá Jurong é um dos maiores prestadores de serviços da Petrobras na área de construção de plataformas e embarcações. A reforma da P-16 representou 4% do faturamento da empresa em 2006.
Folha de S. Paulo
O estaleiro Mauá Jurong cobra da Petrobras R$ 11 milhões referentes a serviços adicionais realizados durante a reforma da plataforma P-16, cuja licitação teria sido fraudada, segundo denúncia do Ministério Público Federal que resultou na operação Águas Profundas da Polícia Federal. O valor total do reparo da unidade foi de R$ 44,9 milhões.
Segundo o Mauá Jurong, a obra ficou mais cara porque houve a necessidade de alocação de mais mão-de-obra. Também pesaram no orçamento custos extras com o atracamento da plataforma.
O estaleiro diz ter registrado prejuízo com a reforma da P-16, cujos custos com equipamentos e serviços teriam superado em R$ 5,2 milhões o valor pago pela Petrobras. Considerando também a remuneração do estaleiro pelo serviço, a cifra chega a R$ 11 milhões.
Originalmente, a Petrobras havia estabelecido um orçamento de R$ 51,7 milhões para a modernização da P-16, mas ele não foi executado integralmente -o que é comum em projetos de reformas.
Desde junho de 2006, o estaleiro cobra a Petrobras, que rejeita os números, segundo a Mauá Jurong. A Petrobras confirmou que reunião para tratar do assunto está marcada para a semana que vem. A Folha apurou que a estatal dificilmente aceitará o pleito.
O Mauá Jurong é um dos maiores prestadores de serviços da Petrobras na área de construção de plataformas e embarcações. A reforma da P-16 representou 4% do faturamento da empresa em 2006.