antigas Publicado: 16/07/2007 | 09:44

Deputados antecipam recesso

O Estado de S. Paulo

A Câmara resolveu “enforcar” os dois últimos dias de trabalho antes do recesso. Oficialmente, apenas no dia 18 começariam as férias parlamentares, mas desde a semana passada o quórum na Casa é baixo. Um epílogo para um semestre que viu o sepultamento da reforma política.

Na volta a Brasília, em agosto, os líderes dos partidos acreditam que, no máximo, poderá ser aprovada a fidelidade partidária, que impõe sanções para detentores de mandato que saírem do partido pelo qual foram eleitos. No início de julho, o líder do PT na Câmara, Luiz Sérgio (RJ), afirmou que a falta de consenso entre os partidos da própria base do governo levou a reforma política para o “beleléu”. Mas, no balanço que fez do semestre, o presidente Arlindo Chinaglia (PT-SP) minimiza o fracasso da principal votação de 2007 e diz que houve aprovação de projetos de lei na área de segurança pública além da CPI da Crise Aérea.

Energizado pelo caso Renan, que mantém o plenário cheio, o Senado poderá votar, na terça-feira, projeto de lei que cria o Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (PLV19/07). O tema é polêmico e causou a greve do Ibama, que só acabou depois de o governo cortar salários.

O Estado de S. Paulo

A Câmara resolveu “enforcar” os dois últimos dias de trabalho antes do recesso. Oficialmente, apenas no dia 18 começariam as férias parlamentares, mas desde a semana passada o quórum na Casa é baixo. Um epílogo para um semestre que viu o sepultamento da reforma política.

Na volta a Brasília, em agosto, os líderes dos partidos acreditam que, no máximo, poderá ser aprovada a fidelidade partidária, que impõe sanções para detentores de mandato que saírem do partido pelo qual foram eleitos. No início de julho, o líder do PT na Câmara, Luiz Sérgio (RJ), afirmou que a falta de consenso entre os partidos da própria base do governo levou a reforma política para o “beleléu”. Mas, no balanço que fez do semestre, o presidente Arlindo Chinaglia (PT-SP) minimiza o fracasso da principal votação de 2007 e diz que houve aprovação de projetos de lei na área de segurança pública além da CPI da Crise Aérea.

Energizado pelo caso Renan, que mantém o plenário cheio, o Senado poderá votar, na terça-feira, projeto de lei que cria o Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (PLV19/07). O tema é polêmico e causou a greve do Ibama, que só acabou depois de o governo cortar salários.