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Publicado: 12/07/2007 | 11:20
Reformas são adiadas para o segundo semestre
Leandro Mazzini
Gazeta Mercantil
Deputados e senadores tentam selar acordo para "salvar" votação de temas importantes. A uma semana do recesso parlamentar, o sentimento de dever cumprido no primeiro semestre ficou engasgado na garganta da maioria dos políticos. O que mais se comentava entre os líderes ontem era a necessidade de um esforço para salvar o segundo semestre da ociosidade.
A idéia é limpar a imagem do Congresso com trabalho. Ou seja, pauta livre para votações. Para isso, haverá uma frente a fim de salvar a malfadada reforma política, tocar a tributária e fazer valer o pacote de medidas da segurança pública que emperrou na fila de votação da Câmara e do Senado.
Os presidentes da Câmara e do Senado, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), tentaram mostrar avanços. "Vamos fazer um levantamento do primeiro semestre e vocês vão ver que, apesar de tudo, muita coisa andou", declarou o presidente do Senado.
Mais tarde, Chinaglia engrossou o coro em defesa do parlamento. "Tivemos mais sessões deliberativas extraordinárias do que ordinárias", propalou, da Mesa Diretora.
A declaração, no entanto, foi dada antes de Chinaglia dar fim à sessão que enterrou a discussão da reforma política, cujos pontos sequer foram votados depois de meses de discussão. As críticas emergiram. "Não basta ficar horas e horas aqui, é preciso produzir algo útil", reclamou o líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. "A pauta foi paupérrima em cima de votação de medidas provisórias. É preciso deixar de pensar pequeno na reforma política. Não se faz reforma com meia sola", acrescentou.
O movimento foi grande no Congresso, a ponto de o presidente do maior partido, o PMDB, Michel Temer, perambular pelo Salão Verde defendendo uma reforma política mais ampla. Vai orientar as bancadas nesse sentido. "Em agosto vamos retomar a reforma com um processo, mais amplo. O povo repudiou a lista fechada e ela caiu. Temos que incluir pontos como inelegibilidade e suplência", adiantou Temer.
No Senado, o esforço será em torno da votação do pacote de medidas sobre a segurança pública. O ponto mais polêmico - que já passou pela criteriosa Comissão de Constituição e Justiça da Casa - é a aprovação da antecipação da maioridade penal de 18 para 16 anos. O imbróglio do caso Renan Calheiros travou, porém, as votações - além das medidas provisórias que trancavam a pauta.
Gazeta Mercantil
Deputados e senadores tentam selar acordo para "salvar" votação de temas importantes. A uma semana do recesso parlamentar, o sentimento de dever cumprido no primeiro semestre ficou engasgado na garganta da maioria dos políticos. O que mais se comentava entre os líderes ontem era a necessidade de um esforço para salvar o segundo semestre da ociosidade.
A idéia é limpar a imagem do Congresso com trabalho. Ou seja, pauta livre para votações. Para isso, haverá uma frente a fim de salvar a malfadada reforma política, tocar a tributária e fazer valer o pacote de medidas da segurança pública que emperrou na fila de votação da Câmara e do Senado.
Os presidentes da Câmara e do Senado, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), tentaram mostrar avanços. "Vamos fazer um levantamento do primeiro semestre e vocês vão ver que, apesar de tudo, muita coisa andou", declarou o presidente do Senado.
Mais tarde, Chinaglia engrossou o coro em defesa do parlamento. "Tivemos mais sessões deliberativas extraordinárias do que ordinárias", propalou, da Mesa Diretora.
A declaração, no entanto, foi dada antes de Chinaglia dar fim à sessão que enterrou a discussão da reforma política, cujos pontos sequer foram votados depois de meses de discussão. As críticas emergiram. "Não basta ficar horas e horas aqui, é preciso produzir algo útil", reclamou o líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. "A pauta foi paupérrima em cima de votação de medidas provisórias. É preciso deixar de pensar pequeno na reforma política. Não se faz reforma com meia sola", acrescentou.
O movimento foi grande no Congresso, a ponto de o presidente do maior partido, o PMDB, Michel Temer, perambular pelo Salão Verde defendendo uma reforma política mais ampla. Vai orientar as bancadas nesse sentido. "Em agosto vamos retomar a reforma com um processo, mais amplo. O povo repudiou a lista fechada e ela caiu. Temos que incluir pontos como inelegibilidade e suplência", adiantou Temer.
No Senado, o esforço será em torno da votação do pacote de medidas sobre a segurança pública. O ponto mais polêmico - que já passou pela criteriosa Comissão de Constituição e Justiça da Casa - é a aprovação da antecipação da maioridade penal de 18 para 16 anos. O imbróglio do caso Renan Calheiros travou, porém, as votações - além das medidas provisórias que trancavam a pauta.
Leandro Mazzini
Gazeta Mercantil
Deputados e senadores tentam selar acordo para "salvar" votação de temas importantes. A uma semana do recesso parlamentar, o sentimento de dever cumprido no primeiro semestre ficou engasgado na garganta da maioria dos políticos. O que mais se comentava entre os líderes ontem era a necessidade de um esforço para salvar o segundo semestre da ociosidade.
A idéia é limpar a imagem do Congresso com trabalho. Ou seja, pauta livre para votações. Para isso, haverá uma frente a fim de salvar a malfadada reforma política, tocar a tributária e fazer valer o pacote de medidas da segurança pública que emperrou na fila de votação da Câmara e do Senado.
Os presidentes da Câmara e do Senado, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), tentaram mostrar avanços. "Vamos fazer um levantamento do primeiro semestre e vocês vão ver que, apesar de tudo, muita coisa andou", declarou o presidente do Senado.
Mais tarde, Chinaglia engrossou o coro em defesa do parlamento. "Tivemos mais sessões deliberativas extraordinárias do que ordinárias", propalou, da Mesa Diretora.
A declaração, no entanto, foi dada antes de Chinaglia dar fim à sessão que enterrou a discussão da reforma política, cujos pontos sequer foram votados depois de meses de discussão. As críticas emergiram. "Não basta ficar horas e horas aqui, é preciso produzir algo útil", reclamou o líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. "A pauta foi paupérrima em cima de votação de medidas provisórias. É preciso deixar de pensar pequeno na reforma política. Não se faz reforma com meia sola", acrescentou.
O movimento foi grande no Congresso, a ponto de o presidente do maior partido, o PMDB, Michel Temer, perambular pelo Salão Verde defendendo uma reforma política mais ampla. Vai orientar as bancadas nesse sentido. "Em agosto vamos retomar a reforma com um processo, mais amplo. O povo repudiou a lista fechada e ela caiu. Temos que incluir pontos como inelegibilidade e suplência", adiantou Temer.
No Senado, o esforço será em torno da votação do pacote de medidas sobre a segurança pública. O ponto mais polêmico - que já passou pela criteriosa Comissão de Constituição e Justiça da Casa - é a aprovação da antecipação da maioridade penal de 18 para 16 anos. O imbróglio do caso Renan Calheiros travou, porém, as votações - além das medidas provisórias que trancavam a pauta.
Gazeta Mercantil
Deputados e senadores tentam selar acordo para "salvar" votação de temas importantes. A uma semana do recesso parlamentar, o sentimento de dever cumprido no primeiro semestre ficou engasgado na garganta da maioria dos políticos. O que mais se comentava entre os líderes ontem era a necessidade de um esforço para salvar o segundo semestre da ociosidade.
A idéia é limpar a imagem do Congresso com trabalho. Ou seja, pauta livre para votações. Para isso, haverá uma frente a fim de salvar a malfadada reforma política, tocar a tributária e fazer valer o pacote de medidas da segurança pública que emperrou na fila de votação da Câmara e do Senado.
Os presidentes da Câmara e do Senado, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), tentaram mostrar avanços. "Vamos fazer um levantamento do primeiro semestre e vocês vão ver que, apesar de tudo, muita coisa andou", declarou o presidente do Senado.
Mais tarde, Chinaglia engrossou o coro em defesa do parlamento. "Tivemos mais sessões deliberativas extraordinárias do que ordinárias", propalou, da Mesa Diretora.
A declaração, no entanto, foi dada antes de Chinaglia dar fim à sessão que enterrou a discussão da reforma política, cujos pontos sequer foram votados depois de meses de discussão. As críticas emergiram. "Não basta ficar horas e horas aqui, é preciso produzir algo útil", reclamou o líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. "A pauta foi paupérrima em cima de votação de medidas provisórias. É preciso deixar de pensar pequeno na reforma política. Não se faz reforma com meia sola", acrescentou.
O movimento foi grande no Congresso, a ponto de o presidente do maior partido, o PMDB, Michel Temer, perambular pelo Salão Verde defendendo uma reforma política mais ampla. Vai orientar as bancadas nesse sentido. "Em agosto vamos retomar a reforma com um processo, mais amplo. O povo repudiou a lista fechada e ela caiu. Temos que incluir pontos como inelegibilidade e suplência", adiantou Temer.
No Senado, o esforço será em torno da votação do pacote de medidas sobre a segurança pública. O ponto mais polêmico - que já passou pela criteriosa Comissão de Constituição e Justiça da Casa - é a aprovação da antecipação da maioridade penal de 18 para 16 anos. O imbróglio do caso Renan Calheiros travou, porém, as votações - além das medidas provisórias que trancavam a pauta.