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Publicado: 26/02/2021 | 08:40
RS: Pandemia põe Estado em caos sanitário

Os últimos dados revelam que estamos em estado de caos sanitário. Hospitais abarrotados, recorde de internações, filas em UPAs e Postos de Saúde, elevação do número de mortes, que no País superam 250 mil em um ano.

Os últimos dados revelam que estamos em estado de caos sanitário. Hospitais abarrotados, recorde de internações, filas em UPAs e Postos de Saúde, elevação do número de mortes, que no País superam 250 mil em um ano.
Em meio a isso, prefeitos e empresários insistem no abrandamento de medidas essenciais. Na contramão do recomendado pela ciência e pelo bom senso. O agravamento da situação forçou governador Eduardo Leite a anunciar no fim da tarde desta quinta-feira (5), em reunião virtual com a Federação da Associação de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) a decisão de suspender temporariamente a cogestão no modelo de distanciamento controlado. As medidas entram em vigor a partir deste sábado (27). Assim, as cidades que estão nas 11 regiões classificadas em bandeira preta e tomaram medidas mais flexíveis do que as estabelecidas nesta faixa, como Porto Alegre, terão de aumentar suas restrições.
Inicialmente, a norma, que traz consigo restrições rigorosas de circulação de pessoas, valerá por uma semana.
O governador gaúcho tomou a atitude pressionado pelos gestores da área da saúde que apresentarram dados terríveis. Até o final da tarde desta quinta-feira há 11 regiões do mapa da covid-19 em bandeira preta, de altíssimo risco, com regras que as aproximam de um lockdown. Para a classificação desta sexta-feira, a tendência é de que mais regiões sejam alçadas à etiqueta mais grave, a preta. - Já que o Presidente e o Ministro da Saúde são omissos e desdenham dos perigos que vivemos, resultando numa vacinação pífia, o Estado têm que atuar com braço forte, afirma o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud.
O que significa a suspensão da cogestão
As prefeituras não poderão mais adotar critérios próprios e passará a valer a bandeira preta pelo menos em 11 regiões da covid-19, incluindo Porto Alegre, de acordo com a última rodada de classificação. A classificação preta é de risco altíssimo e prevê as normas mais restritivas.
Fonte: Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul - Fessergs
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