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Publicado: 4/09/2019 | 07:47
Diretor de Relações Institucionais da CSPB representa a entidade em ato público contra a PEC 06/2019
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Realizado no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, evento reuniu parlamentares, especialistas em Previdência, economistas, lideranças sociais e sindicais que apresentaram sugestões ao texto que, se permanecer inalterado, resultará em “prejuízos sociais incalculáveis” à classe trabalhadora.
O Diretor de Relações Institucionais da Confederação dos Servidores Público do Brasil – CSPB, João Paulo Ribeiro “JP”, participou, nesta terça-feira (03/03), de grande ato público contra a “reforma” da Previdência, realizado no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal. O evento reuniu parlamentares, especialistas em Previdência, economistas, auditores fiscais, lideranças sociais e sindicais que apresentaram sugestões ao texto que, se permanecer inalterado, resultará em “prejuízos sociais incalculáveis” à classe trabalhadora.
Na oportunidade, JP destacou o relevante papel da CSPB na defesa dos trabalhadores do setor público.
Assista:
A PEC da Previdência está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Na última quarta-feira (28), O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) apresentou seu relatório defendendo a aprovação da matéria. A votação na CCJ está prevista para a próxima quarta-feira (4).
Os especialistas e parlamentares revezaram-se nos discursos e desconstruíram a versão oficial de que a chamada “reforma” da Previdência é “imprescindível” para a retomada do desenvolvimento econômico. A dívida pública não auditada, as operações compromissadas, a arrecadação tributária regressiva, os juros bancários exorbitantes e as altas taxas de remuneração do capital improdutivo foram apontados como os problemas centrais do desequilíbrio fiscal que, se atacados com olhar social, podem criar ambiente favorável à geração de empregos, aumentado a base de contribuintes da Previdência e fortalecendo sua sustentabilidade financeira.
O congelamento dos investimentos primários por 20 anos, resultante da Emenda Constitucional 95, foi apontado como o gargalo legislativo que impede a retomada do crescimento econômico, por inviabilizar que o Estado seja indutor das cadeias produtivas tocando obras de infraestrutura e saneamento; bem como engessa o incremento de investimentos em Educação, Saúde e políticas públicas sociais, imprescindíveis para o desenvolvimento nacional.
Ao final da exposição dos painelistas e dos parlamentares, os participantes comprometeram-se a seguir mobilizados e promovendo ações contra o desmonte da Previdência nas ruas, nas redes sociais e nos gabinetes parlamentares, denunciando os adversários de um modelo de previdência público, universal e de solidariedade entre gerações.
Secom/CSPB com Imprensa NCST
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