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Publicado: 19/02/2018 | 20:31
CSPB participa do seminário sobre ações estratégicas contra a Reforma da Previdência
19 de fevereiro será marcado pela resistência contra a reforma da Previdência, PEC 287/16, com a participação de dirigentes a CSPB, que em conjunto com outras entidades continuarão a pressionar o governo contra a reforma Previdência: ‘Quem votar, não volta!
por Hélio de Albuquerque
edição Grace Maciel
A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB, participou nesta segunda-feira (19), no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, do Seminário “A Resistência à Reforma Previdenciária da Argentina e Ações Estratégicas contra a Reforma de Temer”, que foi organizado pela Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdênci Social. Participaram senadores, deputados, sindicalistas, especialistas e autoridades com objetivo de debater as mazelas que o governo vem realizando contra o povo brasileiro com a reforma da previdência que pretende acabar com uma organização social e por garantias mínimas de vida, principalmente em momentos mais delicados, como na velhice.

O presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, protestou: “Os servidores públicos não vão pagar por um caos que não criaram. Não aceitamos mais sacrifícios e vamos reagir contra essa maldade absurda e desumana”. Se o governo que falar de privilégios, que corte, que acabe com as farras de emendas parlamentares para comprar votos no Congresso Nacional; que exerça, de fato, o seu poder institucional para cobrar os tributos sonegados pelos grandes devedores e que implante uma reforma tributária capaz de garantir a justiça fiscal e acabar, de vez, com a gritante desigualdade existente. A CSPB não vai aceitar mentiras contra os servidores públicos, vamos reagir, vamos nos mobilizar e lutar por nenhum direito a menos”, destacou João Domingos.(a companhe o pronunciamento na íntegra).
http://www.radiocspb.com.br/noticias.php?id=2126/pronunciamento-de-jo-o-domingos-no-semin-rio-que-discute-estrat-gias-contra-a-reforma-da-previd-ncia

"Precisamos dar uma resposta à sociedade. É necessário empreendermos todos os esforços necessários para barrar, antes e depois das eleições, essa criminosa reforma. A resistência se faz nas ruas, nas redes sociais, nas conversas com os amigos. É dever de cada cidadão esclarecido desmontar os frágeis argumentos dos apoiadores do desmonte do nosso sistema previdenciário”, reforçou o diretor de Assuntos Legislativos da CSPB e dirigente da CTB, João Paulo Ribeiro “JP”.
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"O povo organizado pode ser senhor de sua história. Na Argentina, vimos o resultado de mais de duas semanas de intensas mobilizações que resultaram em um texto muito mais ameno em relação ao original. Em qualquer etapa da “reforma” infelizmente aprovada na nação vizinha, ainda assim, jamais se alcançou o mesmo nível de crueldade desta que querem aplicar ao nosso país. O exemplo argentino deve inspirar nossa sociedade e, claro, servir como parâmetro para esta e futuras batalhas em prol da classe trabalhadora”, concluiu diretor de Relações Internacionais da CSPB, Sérgio Arnoud.

O senador Paulo Paim (PT-RS), cobrou do governo, que faz propaganda com dinheiro público em favor da reforma da Previdência, tome providências contra a sonegação e a apropriação indébita. Além disso, o senador apontou a reiterada renegociação de dívidas de grandes empresas com o governo por meio do Refis. Só com o Refis, eles tiveram um lucro de mais de R$ 1 bilhão. São alguns exemplo declarou Paim.

O presidente da " Confederación Latinoamericana de Trabajadores Estatales" (Clate), Julio Fuentes, falou sobre a situação da reforma da Previdência argentina, e o quando está aborrecido com a aprovação da reforma no país. a ocasiao, foi apresentado dois vídeos que mostraram a luta dos argentinos contra a reforma que foi implantada . “A reforma impacta a receita de cerca de 17 milhões de aposentados, pobres e deficientes, entre outros, em uma população de 42 milhões”. Júlio afirma, que ela prejudicará os aposentados que são os mais necessitam. E que o Brasil não deixe acontecer o que ocorreu na Argentina.

Para finalizar o senador afirmou que a CSPB e as demais entidades devem continuar a pressionar o governo contra a Previdência: ‘Quem votar.. não volta!". "Este é um momento crucial na luta pelos direitos do trabalhador e em defesa da previdência pública. Não podemos deixar de participar e reforçar esse debate. Após o seminário, vamos continuar os trabalhos para convencer os indecisos a votar contra a reforma, mas também vamos buscar abrir os olhos dos parlamentares para essa reforma que só prejudicará o trabalhador e vai contra os direitos conquistados e garantidos em Constituição", conclui Paim.
Clique na imagem abaixo e acompanhe a reportagem pela TV CSPB:

Chefe de imprensa Grace Maciel
Diretor de Comunicação Aldo Liberato
Secom/CSPB
edição Grace Maciel
A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB, participou nesta segunda-feira (19), no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, do Seminário “A Resistência à Reforma Previdenciária da Argentina e Ações Estratégicas contra a Reforma de Temer”, que foi organizado pela Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdênci Social. Participaram senadores, deputados, sindicalistas, especialistas e autoridades com objetivo de debater as mazelas que o governo vem realizando contra o povo brasileiro com a reforma da previdência que pretende acabar com uma organização social e por garantias mínimas de vida, principalmente em momentos mais delicados, como na velhice.
O presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, protestou: “Os servidores públicos não vão pagar por um caos que não criaram. Não aceitamos mais sacrifícios e vamos reagir contra essa maldade absurda e desumana”. Se o governo que falar de privilégios, que corte, que acabe com as farras de emendas parlamentares para comprar votos no Congresso Nacional; que exerça, de fato, o seu poder institucional para cobrar os tributos sonegados pelos grandes devedores e que implante uma reforma tributária capaz de garantir a justiça fiscal e acabar, de vez, com a gritante desigualdade existente. A CSPB não vai aceitar mentiras contra os servidores públicos, vamos reagir, vamos nos mobilizar e lutar por nenhum direito a menos”, destacou João Domingos.(a companhe o pronunciamento na íntegra).
http://www.radiocspb.com.br/noticias.php?id=2126/pronunciamento-de-jo-o-domingos-no-semin-rio-que-discute-estrat-gias-contra-a-reforma-da-previd-ncia
"Precisamos dar uma resposta à sociedade. É necessário empreendermos todos os esforços necessários para barrar, antes e depois das eleições, essa criminosa reforma. A resistência se faz nas ruas, nas redes sociais, nas conversas com os amigos. É dever de cada cidadão esclarecido desmontar os frágeis argumentos dos apoiadores do desmonte do nosso sistema previdenciário”, reforçou o diretor de Assuntos Legislativos da CSPB e dirigente da CTB, João Paulo Ribeiro “JP”.
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"O povo organizado pode ser senhor de sua história. Na Argentina, vimos o resultado de mais de duas semanas de intensas mobilizações que resultaram em um texto muito mais ameno em relação ao original. Em qualquer etapa da “reforma” infelizmente aprovada na nação vizinha, ainda assim, jamais se alcançou o mesmo nível de crueldade desta que querem aplicar ao nosso país. O exemplo argentino deve inspirar nossa sociedade e, claro, servir como parâmetro para esta e futuras batalhas em prol da classe trabalhadora”, concluiu diretor de Relações Internacionais da CSPB, Sérgio Arnoud.

O senador Paulo Paim (PT-RS), cobrou do governo, que faz propaganda com dinheiro público em favor da reforma da Previdência, tome providências contra a sonegação e a apropriação indébita. Além disso, o senador apontou a reiterada renegociação de dívidas de grandes empresas com o governo por meio do Refis. Só com o Refis, eles tiveram um lucro de mais de R$ 1 bilhão. São alguns exemplo declarou Paim.

O presidente da " Confederación Latinoamericana de Trabajadores Estatales" (Clate), Julio Fuentes, falou sobre a situação da reforma da Previdência argentina, e o quando está aborrecido com a aprovação da reforma no país. a ocasiao, foi apresentado dois vídeos que mostraram a luta dos argentinos contra a reforma que foi implantada . “A reforma impacta a receita de cerca de 17 milhões de aposentados, pobres e deficientes, entre outros, em uma população de 42 milhões”. Júlio afirma, que ela prejudicará os aposentados que são os mais necessitam. E que o Brasil não deixe acontecer o que ocorreu na Argentina.

Para finalizar o senador afirmou que a CSPB e as demais entidades devem continuar a pressionar o governo contra a Previdência: ‘Quem votar.. não volta!". "Este é um momento crucial na luta pelos direitos do trabalhador e em defesa da previdência pública. Não podemos deixar de participar e reforçar esse debate. Após o seminário, vamos continuar os trabalhos para convencer os indecisos a votar contra a reforma, mas também vamos buscar abrir os olhos dos parlamentares para essa reforma que só prejudicará o trabalhador e vai contra os direitos conquistados e garantidos em Constituição", conclui Paim.
Clique na imagem abaixo e acompanhe a reportagem pela TV CSPB:

Chefe de imprensa Grace Maciel
Diretor de Comunicação Aldo Liberato
Secom/CSPB
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