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Publicado: 10/08/2017 | 16:18
CSPB participa de palestra com subprocurador-geral do Trabalho no MRE
O combate ao assédio moral é atualmente, uma das principais frentes de trabalho da CSPB e junto com os sindicatos.
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por Hélio de Albuquerque
edição de Grace Maciel
A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil- CSPB , participou nesta quinta-feira (10), no Ministério das Relações Exteriores da palestra “Assédio Moral no Serviço Público” que é amplamente combatido pelos sindicatos e pela justiça brasileira. O subprocurador-geral do Trabalho, Manoel Jorge e Silva Neto, fez a palestra a convite do Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty). O evento contou com a presença dos servidores do órgão.
Membro do conselho Superior do Ministério Público do Trabalho, Neto é autor do livro “Teoria Jurídica do Assédio e sua Fundamentação Constitucional”. Segundo a obra, os avanços tecnológicos e das comunicações estão sendo desacompanhados de proteção aos direitos mais básicos do ser humano.
A atividade, segundo a presidente do Sinditamaraty, Suellen Paz, vai ao encontro das recomendações do estudo “Riscos Psicossociais do Trabalho no Itamaraty”, encomendado pelo sindicato ao Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB). O estudo identificou que mais de 80% dos servidores do MRE já testemunharam casos de assédio. “O combate ao assédio moral é, atualmente, uma das principais frentes de trabalho do Sinditamaraty. Esperamos que os servidores participem da palestra, pois a mudança dessa cultura institucional demanda o envolvimento e comprometimento de todos”, avalia Suellen.
O secretário Executivo de Qualificação e Certificação de Entidade Sindicais da CSPB, Luiz Gonzaga Negreiros, que na ocasião representou o secretário-geral da confederação, Lineu Neves Mazano, disse que é uma luta diária para os sindicatos a fiscalização e a denúncia tem uma papel muito importante: “Temos de combater o assédio nas instituições. Para isso, devemos ter atitudes coletivas e individuais, porque a batalha é grande.Temos que ter a participação de todos a prática constante pode causar graves danos à saúde física e psicológica, evoluir para uma incapacidade laborativa e, em alguns casos, para a morte do trabalhador. Buscar o apoio da família e dos amigos é fundamental para quem passa por um processo de assédio moral”, afirmou.
A CSPB orienta que o trabalhador que suspeitar sofrer assédio moral em seu ambiente de trabalho deve procurar seu sindicato e relatar o fato, assim como órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Superintendência Regional do Trabalho.
Esta é uma prática corriqueira e a CSPB tem várias frentes contra o Assédio Moral no serviço público, assim como atua com veemência nesta luta com campanhas publicitárias e produções da secretaria de comunicação da entidade, assim como com divulgação através de cartilha disponível em seu portal.
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