Notícias, EDITORIAL, CLIPPING
Publicado: 9/08/2017 | 14:29
Os muitos modos de resistir e combater a aplicação da reforma trabalhista
Antes que entre em vigor, melhorada ou piorada pela lendária Medida Provisória de temer, a reforma trabalhista precisa ser denunciada e combatida.
Muitas são as formas de resistir. Um dos caminhos é a resistência por categoria e já, nas campanhas salariais em andamento. Metalúrgicos já organizam frente nacional da categoria. A Federação dos Professores (Fepesp) também mobiliza os 25 Sindicatos filiados. Outras categorias, ou ramos, seguem a mesma direção.
A resistência será mais forte e efetiva se estiver apoiada na própria categoria. Para tanto, cabe às direções levar informação, orientação e mobilizar as bases.
Onde for possível, cabe formar frentes amplas, reunindo vários setores sindicais.
Há, também, a frente jurídica, de questionamento das ilegalidades e frente à quebra de conquistas históricas, bem como do descumprimento de convenções internacionais das quais o Brasil é signatário.
Erro que não se pode cometer é colocar na frente o item custeio. Até porque, se o Sindicato não estiver perto do trabalhador, para que este o conheça melhor e o defenda, não haverá por que o empregado aprovar desconto para manutenção de sua entidade.
Informação - A imensa maioria tem a sensação de que a reforma é ruim. Mas muitos não saberão indicar os itens mais selvagens. Portanto, na comunicação, será preciso, além de massificar o caráter agressivo da reforma, identificar os pontos que mais lesam o trabalhador, seu emprego, sua renda, sua dignidade.
Fonte: Editorial -Agência Sindical
A resistência será mais forte e efetiva se estiver apoiada na própria categoria. Para tanto, cabe às direções levar informação, orientação e mobilizar as bases.
Onde for possível, cabe formar frentes amplas, reunindo vários setores sindicais.
Há, também, a frente jurídica, de questionamento das ilegalidades e frente à quebra de conquistas históricas, bem como do descumprimento de convenções internacionais das quais o Brasil é signatário.
Erro que não se pode cometer é colocar na frente o item custeio. Até porque, se o Sindicato não estiver perto do trabalhador, para que este o conheça melhor e o defenda, não haverá por que o empregado aprovar desconto para manutenção de sua entidade.
Informação - A imensa maioria tem a sensação de que a reforma é ruim. Mas muitos não saberão indicar os itens mais selvagens. Portanto, na comunicação, será preciso, além de massificar o caráter agressivo da reforma, identificar os pontos que mais lesam o trabalhador, seu emprego, sua renda, sua dignidade.
Fonte: Editorial -Agência Sindical
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB leva defesa da democracia e dos direitos sociais à mobilização em Buenos Aires (3206 views • 24/09/2026)
02
Tesouraço de Flávio se inspira em Milei, que levou à falência mais de 32 mil empresas (3139 views • 13/10/2026)
03
CSPB e NCST reforçam protagonismo sindical no debate sobre reforma (3042 views • 29/09/2026)
04
CSPB participa de encontro internacional e destaca luta permanente em defesa da Previdência Social (2884 views • 25/09/2026)
05
Site revela escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro, orgias, presentes caros e lobby (2879 views • 01/10/2026)
06
CSPB participa de Conferência da ISP em defesa dos serviços públicos e dos direitos dos trabalhadores (2873 views • 17/09/2026)
07
Flávio Bolsonaro planeja desmonte do Itamaraty inspirado em Marco Rubio (2757 views • 02/10/2026)
08
Flávio Bolsonaro se diz contra o fim das bets e critica Lula (2708 views • 24/09/2026)
09
Decisões do TSE são mais rápidas para Flávio; pedidos de Lula são travados (2646 views • 14/10/2026)
10