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Publicado: 23/06/2017 | 08:01
Nova Central não aceita MP que regulamenta Trabalho Intermitente
Central sindical externou posição contrária aos pontos da proposta em tramitação no Senado Federal que visam: retirar ou flexibilizar direitos; que almejam enfraquecer as entidades sindicais e impor um desmonte na Justiça do Trabalho (JT).

Em reunião com as centrais sindicais (Nova Central, Força, UGT e CSB) na quarta-feira (21), o ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira se comprometeu, caso o texto da Reforma Trabalhista seja aprovado no Congresso Nacional com as emendas prejudiciais aos trabalhadores (as), enviar uma Medida Provisória (MP) que corrija as distorções.
O presidente da Nova Central, José Calixto Ramos participou do encontro por uma questão institucional e receiou que a ausência da CTB e CUT, possa transparecer uma divisão entre às instituições. Externou a posição contrária da central, aos pontos da proposta em tramitação no Senado Federal que visam: retirar ou flexibilizar direitos; que almejam enfraquecer as entidades sindicais e impor um desmonte na Justiça do Trabalho (JT).
“Sempre apoiamos a tentativa de diálogo para solucionar eventuais impasses. Saber que o Governo concorda em editar uma Medita Provisória para corrigir os equívocos do que já foi aprovado até o momento, nos dá a certeza de que realmente existem abusos dos que querem apenas beneficiar o lado patronal na já conturbada relação capital e trabalho”, afirmou o presidente.
Que ao receber a minuta na quinta-feira (22) do que poderia ser a MP, discordou completamente, principalmente, porque ela visa regulamentar o chamado - Trabalho Intermitente -, não cita nada sobre a questão que retira direitos no - Negociado sobre o Legislado -, se quer reestabelece o direito de se fazer - Reclamação Trabalhista -, esquece completamente das demandas dos - Servidores Públicos - e estabelece regras nebulosas sobre o - Custeio Sindical.
“Manteremos nossas ações de convencimento aos senadores para que rejeitem os absurdos da proposta de Reforma Trabalhista. Permaneceremos mobilizados e na organização de atos e manifestações contra os retrocessos que visam destruir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”, finaliza Calixto.
Fonte: Nova Central Sindical de Trabahadores - NCST
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