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Publicado: 16/01/2017 | 07:51
MG: Fesempre participa de reunião da Frente Parlamentar e Popular Mineira em Defesa da Previdência Social
Com participação de diversas entidades, foram traçadas estratégias para o enfrentamento ao desmonte da previdência social.
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Na última terça-feira (10), a diretora de assuntos das mulheres e coordenadora do projeto Fesempre Mulher, Joelísia Feitosa, o diretor Eduardo Sérgio e o advogado, José Coehlo Jr., participaram da primeira reunião do ano da Frente Parlamentar e Popular Mineira em Defesa da Previdência Social realizada na sede da Associação dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil em Minas Gerais (Anfip-MG). O encontro contou com a participação de diversas entidades sindicais e serviu para traçar estratégias para o combate ao desmonte da previdência social.
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“É muito importante que as entidades sindicais comecem a mobilização já no inicio do ano, com planejamento, até porque precisamos mostrar para a população brasileira que a reforma, na verdade, não é uma reforma, é o desmonte da Previdência Social. Precisamos desmistificar esse déficit e conscientizar a população”, disse a diretora da Fesempre, Joelísia Feitosa.
Durante a reunião foram formadas três comissões para atividades específicas: de Uniformização, de Mobilização e de Ação Parlamentar. Ficou decidido ainda que ocorrerão ciclos de debates para uniformizar o discurso da frente e, logo após, será feito um documento com críticas ao projeto de Reforma da Previdência, conhecido como PEC 287/16.
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“Além disso, definimos que a frase tema da Frente será ‘Não ao Desmonte da Previdência’. Queremos que a nossa voz chegue em todo o Estado mineiro. Todos devem se conscientizar dos prejuízos que o desmonte poderá trazer aos trabalhadores”, afirmou o diretor da Fesempre, Eduardo Sérgio.
O PROJETO
A PEC 287/16 é de autoria do Governo Federal e foi elabora por uma equipe multiministerial. Dentre outras propostas, ele prevê a idade mínima de 65 anos para o trabalhador requerer aposentadoria, seja homem ou mulher. Para os homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos haveria uma regra de transição. As medidas afetam o setor público e privado.
O motivo da necessidade da reforma, segundo o governo federal, é de que há um rombo na Previdência Social e que em 2017 esse rombo poderá chegar a R$ 187,2 bilhões. Entretanto, a Anfip, com o apoio da Fesempre e diversas outras entidades, já desmistificaram o mito que se tornou o déficit da previdência. Para entender, assista o vídeo abaixo:
Fonte: Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais - Fesempre
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