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Publicado: 16/07/2014 | 19:18
Dilma recebe delegação do Brics sindical
Presidente Dilma Rousseff recebe delegação de sindicalistas dos países do bloco Brics, no Centro de Convenções em Fortaleza. Na oportunidade, os dirigentes lhe entregaram a "Carta de Fortaleza”.
Secom/CSPB com informações NCST-GO
A presidente Dilma Rousseff recebeu a delegação de sindicalistas dos países do bloco Brics, no Centro de Convenções em Fortaleza, nesta terça-feira, 15. Na oportunidade, os dirigentes entregaram à presidente “A Carta de Fortaleza”, que contém as principais reivindicações da Classe Trabalhadora dos Países que compõem o Brics.
Dilma assumiu o compromisso de atender as reivindicações e se comprometeu a conseguir assento para os sindicalistas no BRICS. “Na próxima reunião acho possível a participação do grupo do Brics sindical. Eu assumo com vocês esse compromisso”, declarou Dilma, junto à delegação de dirigentes sindicais do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
De acordo com a presidente é tudo uma questão de simetria, “Se os empresários podem fazer o seu fórum, que ocorre em paralelo à reunião dos Brics e apresentar suas propostas, os trabalhadores também têm esse direito”, declarou.

Para o diretor da CSPB, Mauro Zica Júnior [também diretor de relações internacionais da Nova Central Sindical de Trabalhadores], a atitude da presidente Dilma deixa claro que o enriquecimento dos países em desenvolvimento passa pelas conquistas trabalhistas e sociais da classe trabalhadora. “Assim como buscamos o trabalho decente em nosso país, combatemos o trabalho análogo ao trabalho escravo, o combate ao trabalho infantil, a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, além do direito de greve para os servidores públicos, bem como a negociação coletiva para os mesmos, serão temas de intensas lutas dos trabalhadores. Precisamos buscar a uniformização e a valorização da negociação coletiva”, concluiu.
Além de Mauro Zica, participaram do encontro:, além dos sindicalistas, Miguel Torres (presidente da Força Sindical), Ricardo Patah (presidente da UGT), Divanilton Pereira (secretário de Relações Internacionais da CTB), Maria Pimentel (secretária de relações Internacionais da CGTB), Carlos Alberto Schimmit de Azevedo (presidente da CNPL) e Vagner de Freitas (presidente da CUT), e os dirigentes de duas centrais da Ìndia, da Rússia, da China e da África do Sul.
Secom/CSPB com informações NCST-GO
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