Destaques
Publicado: 5/03/2013 | 10:35
CONGRESSO VOTA FIM DO IMPASSE PARA REAJUSTAR SALÁRIOS DE SERVIDORES
Servidores públicos da União aguardam para esta terça-feira o fim do impasse jurídico criado em torno do pagamento do reajuste salarial que beneficia, a partir de janeiro deste ano, funcionários civis e militares, ativos e inativos, além de ministros de tribunais superiores.
Servidores públicos da União aguardam para esta terça-feira o fim do impasse jurídico criado em torno do pagamento do reajuste salarial que beneficia, a partir de janeiro deste ano, funcionários civis e militares, ativos e inativos, além de ministros de tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF), e a Procuradoria-Geral da República. Apesar de votado e aprovado pelo Congresso, o reajuste não tem amparo legal para ser pago já que o Orçamento de 2013 não foi aprovado até hoje pelo Congresso Nacional.
Para resolver a questão, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE) apresentou um susbstitutivo ao projeto de lei do Executivo que prevê o reajuste. Com o susbstitutivo do senador, o impasse jurídico é resolvido. Essa matéria está pautada para ser votada nesta terça-feira, a partir das 14h30, durante reunião da Comissão Mista do Orçamento. Depois de passar pela Comissão de Orçamento, o texto ainda precisa ser votado no plenário do Congresso para amparar legalmente os reajustes.
Entenda o caso
A Câmara e o Senado aprovaram no ano passado dez projetos de reajustes salariais negociados pelo Executivo com servidores. Os recursos para viabilizar os aumentos foram colocados em um anexo específico da proposta orçamentária e deveriam ser liberados a partir do contracheque de janeiro, após a sanção do novo Orçamento. A não aprovação da proposta orçamentária pelo Congresso, porém, criou um impasse jurídico sobre a legalidade de conceder o aumento.
O Executivo e o Ministério Público da União (MPU) decidiram pagar mesmo sem a lei orçamentária estar em vigor. Os demais poderes resolveram aguardar a sanção da lei. O substitutivo do senador Antônio Carlos Valadares resolve a questão ao autorizar a utilização dos recursos constantes do anexo da proposta orçamentária direcionados para as dez leis salariais.
Com o substitutivo, o reajuste salarial aos servidores públicos poderá ser pago normalmente, retroativo a 1º de janeiro deste ano, pelos órgãos públicos, mesmo que a lei orçamentária ainda não esteja em vigor. Depois de passar pela Comissão de Orçamento, o texto ainda precisa ser votado no Plenário do Congresso.
Fonte: AGÊNCIA CÂMARA
Para resolver a questão, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE) apresentou um susbstitutivo ao projeto de lei do Executivo que prevê o reajuste. Com o susbstitutivo do senador, o impasse jurídico é resolvido. Essa matéria está pautada para ser votada nesta terça-feira, a partir das 14h30, durante reunião da Comissão Mista do Orçamento. Depois de passar pela Comissão de Orçamento, o texto ainda precisa ser votado no plenário do Congresso para amparar legalmente os reajustes.
Entenda o caso
A Câmara e o Senado aprovaram no ano passado dez projetos de reajustes salariais negociados pelo Executivo com servidores. Os recursos para viabilizar os aumentos foram colocados em um anexo específico da proposta orçamentária e deveriam ser liberados a partir do contracheque de janeiro, após a sanção do novo Orçamento. A não aprovação da proposta orçamentária pelo Congresso, porém, criou um impasse jurídico sobre a legalidade de conceder o aumento.
O Executivo e o Ministério Público da União (MPU) decidiram pagar mesmo sem a lei orçamentária estar em vigor. Os demais poderes resolveram aguardar a sanção da lei. O substitutivo do senador Antônio Carlos Valadares resolve a questão ao autorizar a utilização dos recursos constantes do anexo da proposta orçamentária direcionados para as dez leis salariais.
Com o substitutivo, o reajuste salarial aos servidores públicos poderá ser pago normalmente, retroativo a 1º de janeiro deste ano, pelos órgãos públicos, mesmo que a lei orçamentária ainda não esteja em vigor. Depois de passar pela Comissão de Orçamento, o texto ainda precisa ser votado no Plenário do Congresso.
Fonte: AGÊNCIA CÂMARA
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
Tesouraço de Flávio se inspira em Milei, que levou à falência mais de 32 mil empresas (3294 views • 13/10/2026)
02
CSPB leva defesa da democracia e dos direitos sociais à mobilização em Buenos Aires (3262 views • 24/09/2026)
03
CSPB e NCST reforçam protagonismo sindical no debate sobre reforma (3101 views • 29/09/2026)
04
Site revela escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro, orgias, presentes caros e lobby (2976 views • 01/10/2026)
05
CSPB participa de encontro internacional e destaca luta permanente em defesa da Previdência Social (2933 views • 25/09/2026)
06
Flávio Bolsonaro planeja desmonte do Itamaraty inspirado em Marco Rubio (2822 views • 02/10/2026)
07
Decisões do TSE são mais rápidas para Flávio; pedidos de Lula são travados (2771 views • 14/10/2026)
08
Flávio Bolsonaro se diz contra o fim das bets e critica Lula (2743 views • 24/09/2026)
09
Flávio Bolsonaro diz que vai usar maioria no Congresso para mudar Constituição (2646 views • 08/10/2026)
10