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Publicado: 20/11/2012 | 09:39
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Conscientizar e refletir sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional é fundamental. Hoje, 20, comemora-se o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003.
Conscientizar e refletir sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional é fundamental. Hoje, 20, comemora-se o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhido o dia de 20 de novembro, pois foi neste dia, em 1695, morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
Mais de 300 cidades adotam o feriado do Dia da Consciência Negra. O feriado não é nacional e é facultativo em algumas cidades, como São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).
ZUMBI DOS PALMARES
Nasceu em 1655 em Alagoas, em um dos mocambos de Palmares. O seu nome vem do quimbundo “nzumbi”, e quer dizer “duende” (no Brasil, a tradução também é interpretada como “fantasma”). Com apenas sete anos, em 1662, Zumbi foi capturado por soldados e entregue ao Padre Antônio Melo, que foi responsável por sua formação. Batizado na igreja Católica como Francisco, ele ajudava nas missas além de estudar português e latim.
Com 15 anos, em 1670, Zumbi fugiu para o Quilombo de Palmares onde obteve reconhecimento pelas suas habilidades marciais. Aos 20 anos (1675) já era um respeitável estrategista militar e guerreiro, atuando na luta contra os soldados do Sargento-mor Manuel Lopes.
1673 é a data do primeiro registro histórico referente a Zumbi. Seu nome aparece em relatos portugueses sobre uma expedição que foi derrotada pelos quilombolas.
Em 1678 o líder de Palmares, Ganga-Zumba, foi chamado para negociar com o governador da Capitania de Pernambuco, Pedro de Almeida. A proposta do governador consistia em dar liberdade para os negros do Quilombo de Palmares perante a submissão à Coroa Portuguesa. Ganga-Zumba aceitou, mas Zumbi foi contra essa decisão alegando que não se podia dar a liberdade somente ao povo de Palmares havendo ainda milhares de outros negros sendo escravizados. Por este ato, Zumbi tornou-se o novo líder de Palmares.
Notando a dificuldade de derrotar o quilombo, o bandeirante paulistano Domingos Jorge Velho foi contratado. Com o apoio do governo, Jorge Velho e seus homens rechaçaram Palmares e feriram Zumbi, que conseguiu fugir. Um ano depois, ao dia 20 de novembro de 1695, Zumbi foi delatado por um antigo companheiro – após ser localizado, ele foi preso e degolado.
SECOM-CSPB
Mais de 300 cidades adotam o feriado do Dia da Consciência Negra. O feriado não é nacional e é facultativo em algumas cidades, como São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).
ZUMBI DOS PALMARES
Nasceu em 1655 em Alagoas, em um dos mocambos de Palmares. O seu nome vem do quimbundo “nzumbi”, e quer dizer “duende” (no Brasil, a tradução também é interpretada como “fantasma”). Com apenas sete anos, em 1662, Zumbi foi capturado por soldados e entregue ao Padre Antônio Melo, que foi responsável por sua formação. Batizado na igreja Católica como Francisco, ele ajudava nas missas além de estudar português e latim.
Com 15 anos, em 1670, Zumbi fugiu para o Quilombo de Palmares onde obteve reconhecimento pelas suas habilidades marciais. Aos 20 anos (1675) já era um respeitável estrategista militar e guerreiro, atuando na luta contra os soldados do Sargento-mor Manuel Lopes.
1673 é a data do primeiro registro histórico referente a Zumbi. Seu nome aparece em relatos portugueses sobre uma expedição que foi derrotada pelos quilombolas.
Em 1678 o líder de Palmares, Ganga-Zumba, foi chamado para negociar com o governador da Capitania de Pernambuco, Pedro de Almeida. A proposta do governador consistia em dar liberdade para os negros do Quilombo de Palmares perante a submissão à Coroa Portuguesa. Ganga-Zumba aceitou, mas Zumbi foi contra essa decisão alegando que não se podia dar a liberdade somente ao povo de Palmares havendo ainda milhares de outros negros sendo escravizados. Por este ato, Zumbi tornou-se o novo líder de Palmares.
Notando a dificuldade de derrotar o quilombo, o bandeirante paulistano Domingos Jorge Velho foi contratado. Com o apoio do governo, Jorge Velho e seus homens rechaçaram Palmares e feriram Zumbi, que conseguiu fugir. Um ano depois, ao dia 20 de novembro de 1695, Zumbi foi delatado por um antigo companheiro – após ser localizado, ele foi preso e degolado.
SECOM-CSPB
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