Publicado: 1/10/2012 | 18:00
Nota Desagravo

Nota de desagravo
A CSPB - Confederação dos Servidores Públicos do Brasil vem manifestar seu repúdio veemente à matéria publicada na edição 2.238 da revista Istoé, sob o título “A organização milionária da mulher de Delúbio”. É transparente na matéria a falta de conhecimento sobre a importância e os objetivos da ISP - Internacional de Serviços Públicos e o intuito de denegrir a imagem da entidade no Brasil, cuja atuação tem sido fundamental no sentido de minimizar os ataques dos governos liberais e neoliberais aos serviços e aos servidores públicos, e também de menosprezar o trabalho realizado pela companheira Mônica Valente, que atualmente representa a ISP Brasil.
Entidade sindical internacional fundada em 1907, a ISP é interlocutora do movimento sindical dos servidores públicos junto a organismos da ONU - Organização das Nações Unidas, como a OIT - Organização Internacional do Trabalho e a OMS - Organização Mundial da Saúde, além de ter o status consultivo no ECOSOC - Conselho Econômico Mundial da ONU.
A importância da ISP também pode ser avaliada por seus números: é reconhecida nos cinco continentes, representando cerca de 20 milhões de trabalhadores do setor público de 153 países, com representações em 18 deles, sendo duas na América Latina – no Brasil, com atividades desde 2001 e contando hoje com 26 filiadas, e no Chile.
Como filiada à ISP desde dezembro de 2007, a CSPB tem sido testemunha do trabalho desenvolvido no Brasil e no mundo, a exemplo das campanhas nacionais e mundiais, especificamente voltadas para as políticas transversais, notadamente as questões de gênero, raça, juventude, LGBT e em defesa do serviço público de qualidade com emprego decente. E também no seu trabalho humanitário de atendimento às vítimas dos trabalhadores pelo capital.
A revista é infiel nos números divulgados quanto ao montante repassado à ISP Brasil e também ao afirmar que a entidade se mantém com recursos oriundos da contribuição sindical obrigatória. Além disso, parte do que recebe das entidades que podem contribuir, a entidade aplica nas atividades junto a filiadas sem as mesmas condições. A ISP também presta contas às suas filiadas e é submetida a auditoria externa independente, em níveis nacional e internacional.
Por tudo isso, a CSPB se solidariza com a ISP e com a companheira Mônica Valente no repúdio veemente à referida matéria, mentirosa e infundada, com interesses escusos, exorbitando o papel tão valioso da imprensa de informar à sociedade.
João Domingos Gomes dos Santos
Presidente da CSPB
A CSPB - Confederação dos Servidores Públicos do Brasil vem manifestar seu repúdio veemente à matéria publicada na edição 2.238 da revista Istoé, sob o título “A organização milionária da mulher de Delúbio”. É transparente na matéria a falta de conhecimento sobre a importância e os objetivos da ISP - Internacional de Serviços Públicos e o intuito de denegrir a imagem da entidade no Brasil, cuja atuação tem sido fundamental no sentido de minimizar os ataques dos governos liberais e neoliberais aos serviços e aos servidores públicos, e também de menosprezar o trabalho realizado pela companheira Mônica Valente, que atualmente representa a ISP Brasil.
Entidade sindical internacional fundada em 1907, a ISP é interlocutora do movimento sindical dos servidores públicos junto a organismos da ONU - Organização das Nações Unidas, como a OIT - Organização Internacional do Trabalho e a OMS - Organização Mundial da Saúde, além de ter o status consultivo no ECOSOC - Conselho Econômico Mundial da ONU.
A importância da ISP também pode ser avaliada por seus números: é reconhecida nos cinco continentes, representando cerca de 20 milhões de trabalhadores do setor público de 153 países, com representações em 18 deles, sendo duas na América Latina – no Brasil, com atividades desde 2001 e contando hoje com 26 filiadas, e no Chile.
Como filiada à ISP desde dezembro de 2007, a CSPB tem sido testemunha do trabalho desenvolvido no Brasil e no mundo, a exemplo das campanhas nacionais e mundiais, especificamente voltadas para as políticas transversais, notadamente as questões de gênero, raça, juventude, LGBT e em defesa do serviço público de qualidade com emprego decente. E também no seu trabalho humanitário de atendimento às vítimas dos trabalhadores pelo capital.
A revista é infiel nos números divulgados quanto ao montante repassado à ISP Brasil e também ao afirmar que a entidade se mantém com recursos oriundos da contribuição sindical obrigatória. Além disso, parte do que recebe das entidades que podem contribuir, a entidade aplica nas atividades junto a filiadas sem as mesmas condições. A ISP também presta contas às suas filiadas e é submetida a auditoria externa independente, em níveis nacional e internacional.
Por tudo isso, a CSPB se solidariza com a ISP e com a companheira Mônica Valente no repúdio veemente à referida matéria, mentirosa e infundada, com interesses escusos, exorbitando o papel tão valioso da imprensa de informar à sociedade.
João Domingos Gomes dos Santos
Presidente da CSPB