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Publicado: 23/11/2007 | 12:07
SALÁRIO PAGO NO DF EM ALTA
Os trabalhadores brasilienses tiveram o maior aumento salarial no ano de 2006, segundo dados do Ministério do Trabalho. A média da remuneração paga no Distrito Federal passou de R$ 2.349,64 para R$ 2.769,58. Um crescimento de 17,87% em relação ao ano anterior, muito superior à média nacional, de 5,86%. As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada ontem. Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, a alta nos vencimentos pagos no Distrito Federal não é resultado de um aquecimento da economia local, mas, sim, da histórica presença do serviço público na capital federal.
Os aumentos têm base nos reajustes salariais das diferentes categorias do Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Em comparação com outros estados, o crescimento dos salários brasilienses só é acompanhado pelo Acre (AC), Roraima (RR) e Amapá (AP), com alta de 14,79%, 15,92% e 14,39%, respectivamente.
E no fim da fila, São Paulo (mesmo com a economia mais forte do País) segura a laterninha com um aumento de rendimentos de somente 2,69%. Numa análise absoluta dos salários, o Amapá (AP) segue o DF, na segunda posição, com vencimentos de R$ R$ 1.535,43. E o estado com a pior remuneração é o Ceará, com média de R$ 861,72.
Embora os salários sejam os melhores, a Rais 2006 mostra que a criação de empregos no DF foi tímida em comparação com o restante do País. Em relação a 2005, o total de empregos passou de 891.709 para 916.929. Um crescimento de 2,83%, equivalente a 25.220 postos de trabalho. Trata-se de uma evolução menor do que a média nacional que ficou em 5,77%. Quando o assunto é crescimento, Tocantins, Maranhão e Pará deram um show de bola, com aumentos de 9,86%, 9,32% e 9,28%.
Construção
Impulsionada pelo forte crescimento habitacional do DF, como o verdadeiro canteiro de obras que se transformou Águas Claras, a construção civil foi o segmento que apresentou o maior aumento de contratações locais, com um avanço de 8,75% em relação a 2005.
Os setores de agropecuária, indústria da transformação e os serviços também apresentaram bons resultados, com crescimentos de 8,24%, 8,23% e 7,60%, respectivamente.
Enquanto isso, os segmentos da administração pública e serviços industriais de utilidade pública literalmente murcharam. As ofertas de emprego caíram em 1,15% e 30,73%, respectivamente. Quanto à formalização dos postos trabalho (contratação com carteira assinada), houve um incremento de 4,85%, passando de 505.735, em 2005, para 530.282, no ano passado. A média nacional foi de 5,87%.
Fonte: Jornal de Brasília
E no fim da fila, São Paulo (mesmo com a economia mais forte do País) segura a laterninha com um aumento de rendimentos de somente 2,69%. Numa análise absoluta dos salários, o Amapá (AP) segue o DF, na segunda posição, com vencimentos de R$ R$ 1.535,43. E o estado com a pior remuneração é o Ceará, com média de R$ 861,72.
Embora os salários sejam os melhores, a Rais 2006 mostra que a criação de empregos no DF foi tímida em comparação com o restante do País. Em relação a 2005, o total de empregos passou de 891.709 para 916.929. Um crescimento de 2,83%, equivalente a 25.220 postos de trabalho. Trata-se de uma evolução menor do que a média nacional que ficou em 5,77%. Quando o assunto é crescimento, Tocantins, Maranhão e Pará deram um show de bola, com aumentos de 9,86%, 9,32% e 9,28%.
Construção
Impulsionada pelo forte crescimento habitacional do DF, como o verdadeiro canteiro de obras que se transformou Águas Claras, a construção civil foi o segmento que apresentou o maior aumento de contratações locais, com um avanço de 8,75% em relação a 2005.
Os setores de agropecuária, indústria da transformação e os serviços também apresentaram bons resultados, com crescimentos de 8,24%, 8,23% e 7,60%, respectivamente.
Enquanto isso, os segmentos da administração pública e serviços industriais de utilidade pública literalmente murcharam. As ofertas de emprego caíram em 1,15% e 30,73%, respectivamente. Quanto à formalização dos postos trabalho (contratação com carteira assinada), houve um incremento de 4,85%, passando de 505.735, em 2005, para 530.282, no ano passado. A média nacional foi de 5,87%.
Fonte: Jornal de Brasília
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