Foi dessa forma que reagiu o presidente da CSPB, João Domingos, ao tomar conhecimento da Portaria do Governo Federal que criou um Grupo de Trabalho, deixando de fora da discussão a maior entidade sindical dos servidores públicos do país e a Nova Central Sindical.

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Destaques Publicado: 7/08/2007 | 18:53

DIREITO DE GREVE: EXCLUSÃO DA CSPB É EQUÍVOCO POLÍTICO

Foi dessa forma que reagiu o presidente da CSPB, João Domingos, ao tomar conhecimento da Portaria do Governo Federal que criou um Grupo de Trabalho, deixando de fora da discussão a maior entidade sindical dos servidores públicos do país e a Nova Central Sindical.

A Portaria publicada pelo Governo Federal onde cria um Grupo de Trabalho para discutir a negociação coletiva e o direito de greve no serviço público causou indignação ao presidente da CSPB, João Domingos.

 

Ao ser informado pela Secretaria de Comunicação da CSPB sobre a Portaria, o presidente deixou claro que não concorda com a postura do Ministério do Planejamento em excluir a CSPB e  A NCST das discussões.

 

João Domingos exigiu respeito do Ministério do Planejamento. “A visão do Governo é muito curta, quero lembrar que a situação é mais complexa, principalmente por ser mais grave nos estados e municípios. Segmentos importantes como a CSPB e a NCST, que detêm a maioria dos servidores públicos municipais e estaduais, não podem ser excluídos como se nada representassem no cenário do serviço público brasileiro, exigimos respeito”, completou.

 

 

Domingos lamentou o caminho escolhido pelo Executivo. “O Governo quer discutir essa questão em “intramuros”, e isso não compactuamos, por mais que o governo queira, por mais conchaves que façam com setores do movimento sindical, essa situação não vai perdurar, pois ainda nos resta o Congresso Nacional, onde a CSPB, NCST, demais centrais e outras entidades excluídas, farão valer os interesses dos servidores públicos”, disse.

 

Domingos disse que a Confederação vai buscar o entendimento. “Como ato final em direção ao entendimento, a CSPB e a NCST farão uma manifestação junto ao Governo solicitando a reparação desse gravíssimo equívoco político que em nada contribui na solução do problema, e pior, demonstra uma visão estreita e corporativa que o governo tem em relação a regulamentação do direito de greve”, finaliza João Domingos.

 

 

Alexandre Marcus, CSPB/SECOM

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