CSPB divulga Nota de Repúdio e reafirma alinhamento com CLATE e FONASEFE
A Confederação reafirma seu compromisso com o multilateralismo, com o fortalecimento dos organismos internacionais e com a defesa intransigente da paz, sem a utilização do poderio bélico como utilizado pelo EUA , do diálogo e da cooperação entre as nações, como únicos caminhos legítimos para a superação de divergências políticas e econômicas
A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) tornou pública, Nota de Repúdio diante das recentes ações ocorridas na República Bolivariana da Venezuela, registradas na madrugada do dia 03 de janeiro de 2026, que configuram grave violação aos princípios do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas.
Na nota, a CSPB manifesta sua profunda preocupação com a escalada de conflitos na América Latina e reforça a defesa intransigente da soberania dos povos, da autodeterminação das nações, da não intervenção e da solução pacífica dos conflitos, pilares fundamentais do multilateralismo e da convivência entre os Estados.
A Confederação também reafirma que o uso da força e do poderio bélico não pode ser instrumento de resolução de disputas políticas ou econômicas, pois aprofunda instabilidades, gera sofrimento às populações e compromete a paz regional e internacional. Para o movimento sindical do serviço público, o caminho legítimo é o diálogo, a diplomacia e a cooperação entre os povos.
Nesse sentido, a CSPB destaca que está plenamente alinhada às posições da Confederação Latino-Americana e do Caribe de Trabalhadores Estatais (CLATE) e das entidades que compõem o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE), que também emitiram notas públicas de condenação às ações intervencionistas e de repúdio à violação da soberania venezuelana.
As manifestações da CLATE e do Frente de Grêmios Estatais da América Latina e do Caribe denunciam o caráter imperialista das ações recentes, classificando-as como afronta direta aos artigos 1º e 2º da Carta da ONU, que tratam da preservação da paz, da segurança internacional e do respeito à autodeterminação dos povos. As entidades reafirmam, ainda, que a América Latina e o Caribe devem permanecer como território de paz, rejeitando qualquer forma de intervenção externa.
Ao somar-se a essas manifestações, a CSPB reforça seu compromisso histórico com a defesa da paz, com o fortalecimento dos organismos internacionais, com a solidariedade entre os povos latino-americanos e com a atuação sindical articulada em nível nacional e internacional, sempre em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público.
? Confira também a nota da CLATE :
? Confira também a nota do Fonasefe :