Notícias
Publicado: 16/10/2025 | 05:58
Brasil é o quinto país que mais cresce entre as maiores economias do mundo, segundo FMI

O relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) demonstra o país como âncora de estabilidade entre emergentes, e resultado reforça credibilidade internacional do governo Lula e desmonta narrativa de crise alimentada pela oposição
por Letícia Cotta
Considerado uma âncora de estabilidade entre países emergentes, o Brasil é projetado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) como o 5º país que mais vai crescer em 2025 entre os membros do G20.
A previsão é de um aumento de 2,4% no PIB neste ano, segundo o relatório World Economic Outlook (WEO) divulgado nesta terça-feira (14).
O desempenho brasileiro supera as projeções anteriores e ocorre em meio a um cenário de desaceleração global, marcado pela guerra comercial e pelo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump sobre produtos estrangeiros.
Apesar disso, o FMI prevê uma leve desaceleração em 2026, reflexo das mesmas tensões econômicas internacionais.
Com esse resultado, o Brasil deve crescer próximo da média global (3,2%) e na média regional (2,4%), consolidando-se como um dos principais pilares de estabilidade entre as economias emergentes, segundo o WEO.
O relatório também destaca que, “apesar de políticas monetárias e fiscais rigorosas”, o país segue apresentando “sinais de força interna e boa adaptação às condições externas”. Em outras palavras, mesmo com juros elevados e tensões comerciais impostas pelos EUA, o Brasil manteve uma trajetória de crescimento consistente e sustentada por fundamentos sólidos.
América Latina estável, mas Brasil se destaca
A América Latina e o Caribe devem crescer 2,4% em 2025, segundo o mesmo relatório, “um número estável apesar das ameaças tarifárias americanas”. O destaque, porém, ficou com a Argentina — esta última deve registrar alta de 4,5%, após retração catastrófica em 2024. Já países como Chile, Colômbia e Uruguai devem crescer em torno de 2,5%.
De acordo com o FMI, o impacto das políticas protecionistas dos EUA ainda é “modesto”, mas requer atenção, especialmente pelos efeitos sobre países exportadores de commodities. Ainda assim, o Brasil aparece como um exemplo de resiliência econômica em meio à incerteza global, sustentado por fundamentos macroeconômicos fortalecidos e com espaço para avançar em políticas de transição ecológica e social.
Fonte: Revista Fórum
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB reforça mobilização nacional para garantir a implementação da Lei do Descongela em audiência pública na Câmara (5428 views • 05/08/2026)
02
CSPB denuncia sabotagem e tomará providências após retirada do PL 1893/2026 da pauta da Câmara (4471 views • 12/08/2026)
03
CSPB celebra vinculação do Sindsprev-RJ e amplia força na defesa dos serviços públicos (4460 views • 13/08/2026)
04
CSPB reforça articulação nacional em encontro do Instituto Servir Brasil para avançar negociação coletiva no serviço público (4438 views • 06/08/2026)
05
CSPB apoia ‘Observatório da Lei do Descongela’ e reforça parceria com a Deputada Luciene Cavalcante em defesa dos servidores públicos (4340 views • 06/08/2026)
06
CSPB une forças pelo fim da contribuição previdenciária de aposentados e reafirma apoio à ‘Carta de Brasília’ (4248 views • 14/08/2026)
07
SC: No II Encontro Jurídico da NCST-SC e Fetramesc, CSPB destaca Negociação Coletiva e atuação sindical (4245 views • 17/08/2026)
08
CSPB e Centrais Sindicais avançam no diálogo com o PL para destravar votação do PL 1893/2026 (4240 views • 20/08/2026)
09
Movimentos preparam o 30/8, Dia Nacional de Mobilização pelo Fim da Escala 6×1 (3961 views • 19/08/2026)
10