Destaques, Notícias Publicado: 28/07/2023 | 13:15

Dirigente da CSPB debate agenda ameaças ao serviço público que perduram no Congresso Nacional



Diretor de Relações Institucionais da Entidade, João Paulo Ribeiro “JP”, foi convidado especial da TV Fórum para comentar sobre ambiente político no parlamento e ações estratégicas para retirar essas ameaças da pauta de votações do Congresso Nacional
 


Diretor de Relações Institucionais da Entidade, João Paulo Ribeiro “JP”, foi convidado especial da TV Fórum para comentar sobre ambiente político no parlamento e ações estratégicas para retirar ameaças ao serviço público da pauta de votações do Congresso Nacional

 
João Paulo Ribeiro, Diretor de Relações Institucionais da CSPB



Nesta sexta-feira (28/07) o Diretor de Relações Institucionais da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB, João Paulo Ribeiro “JP”, participou de debate virtual na TV Fórum - conduzido pelos entrevistadores Luiz Carlos Azenha  e Ana Prestes - que discutiu sobre a agenda de ameaças ao serviço público que ainda persistem no Congresso Nacional, com destaque para a PEC 32/2020, “que ainda permanece como instrumento de chantagem do presidente da Câmara, Arthur Lira, ameaçando de morte o serviço público brasileiro”, avalia o líder sindical.


Assista abaixo a íntegra da entrevista, que se inicia a partir de 1 hora e 21 minutos do vídeo abaixo:






Abaixo alguns tópicos destacados pelo dirigente durante a entrevista:





Resistência Sindical: “A intensa campanha contra a PEC 32 que as categorias do setor público conduziram no ano passado foi absolutamente determinante para que Arthur Lira e demais aliados do governo Bolsonaro não conseguissem conquistar os votos necessários para a aprovação dessa Proposta de Emenda Constituição, impedindo, naquela ocasião, a destruição dos serviços públicos brasileiros. Hoje Arthur Lira não tem votos para aprovar essa PEC e nós não temos votos para retirá-la da pauta. Este é um impasse que acaba por perpetuar a ameaça, apesar da diminuição dos riscos”.

“A PEC 32 não é deste governo”: “A proposta de aniquilar os serviços públicos é do governo anterior. Não existe nenhuma agenda política do governo Lula que se harmonize com a diminuição do papel do Estado na oferta serviços essenciais ao cidadão.

Continuidade da luta: “Diante do impasse que ainda perdura, nossa orientação é para que o governo solicite a retirada da PEC 32 da pauta de votações e que nos apoie na articulação política para a eliminação definitiva dessa ameaça aos serviços públicos brasileiros. Temos conversado sobre isso nos espaços permanentes de negociação com o atual governo. Estamos preparados para a guerra! Se os adversários do serviço público quiserem provar um pouco da nossa resistência, estaremos aí para recordá-los da nossa força”, concluiu JP.




Secom/CSPB com TV Fórum

 

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