Destaques, Notícias Publicado: 22/03/2023 | 06:01

CSPB participa de mobilização contra juros altos na Av. Paulista



O Diretor de Política dos Profissionais da Saúde e Segurança no Trabalho, Wagner José de Souza, participou da manifestação e denunciou a controversa trajetória do atual presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, apontado como um dos principais responsáveis pela manutenção da maior taxa de juros reais praticada no mundo


O Diretor de Política dos Profissionais da Saúde e Segurança no Trabalho, Wagner José de Souza, participou da manifestação e denunciou a controversa trajetória do atual presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, apontado como um dos principais responsáveis pela manutenção da maior taxa de juros reais praticada no mundo

 
Wagner de Souza, Diretor de Política dos Profissionais da Saúde e Segurança no Trabalho da CSPB


Nesta terça-feira (21/03), movimentos sociais e entidades sindicais realizaram manifestação em frente ao Masp, na Av. Paulista, contra os juros altos praticados no país. Manifestantes alegam que a Selic em 13,75% ao ano é um obstáculo para o crescimento da economia e a criação de empregos, e só beneficia o setor financeiro. A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB esteve representada pelo seu Diretor de Política dos Profissionais da Saúde e Segurança no Trabalho, Wagner José de Souza, que participou da manifestação e denunciou a controversa trajetória do atual presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, apontado como um dos principais responsáveis pela manutenção da maior taxa de juros reais praticada no mundo.

  
Assista a participação do dirigente da CSPB:
 




 
Leia mais: Economistas ‘divergentes’ concordam: juros do Copom podem matar a economia do Brasil


Os manifestantes pediram por "mais empregos, menos juros" e criticam a condução da política monetária de Roberto Campos Neto.
 
Durante o ato, os manifestantes fizeram um churrasco de sardinha. Segundo os organizadores, o animal é uma metáfora para o pequeno, o mais pobre, que é devorado pelos tubarões - os ricos do país.


Leia mais: Juros altos contribuem para a desaceleração da economia em 2023, afirma Fazenda
 

Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, que vai continuar pressionando o Banco Central pela redução da taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que hoje é de 13,75% ao ano. A declaração foi dada em entrevista transmitida pela internet.

"Eu vou continuar batendo, eu vou continuar tentando brigar para que a gente possa reduzir a taxa de juros, para que a economia possa ter investimento", disse.

"Uma coisa que eu acho absurda é a taxa de juros estar a 13,75%, num momento em que a gente tem o juro mais alto do mundo, num momento em que não existe uma crise de demanda, não existe excesso de demanda", afirmou.
 
A fala do presidente ocorreu no dia em que tem início a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para definir a taxa Selic. O grupo costuma se reunir a cada 45 dias para determinar o índice.
 
 
 
Secom/CSPB com informações do Portal G1

 

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