Notícias
Publicado: 2/12/2022 | 08:18
Entidades defendem que multa de R$ 22,9 milhões do PL vá para as vacinas de covid

Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas por Hanseníase (Morhan) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) querem que o TSE destine a multa do partido de Jair Bolsonaro (PL) para o Fundo Nacional de Saúde, responsável pela compra de vacinas
Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas por Hanseníase (Morhan) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) querem que o TSE destine a multa do partido de Jair Bolsonaro (PL) para o Fundo Nacional de Saúde, responsável pela compra de vacinas
por Cida de Oliveira
O Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas por Hanseníase (Morhan) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) abriram campanha em forma de petição pública, para que os R$ 22,9 milhões da multa imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao PL sejam destinados à compra de vacinas contra a covid-19.
Na última sexta-feira (25), o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, aplicou a multa ao partido de Jair Bolsonaro por ter acionado a Justiça com má fé. Comandado por Valdemar da Costa Neto, a legenda queria uma revisão extraordinária do resultado do segundo turno da eleição. Moraes, no entanto, considerou que não havia na ação indício ou prova de fraude para tal reavaliação.
A princípio a multa foi aplicada à coligação, mas o ministro acolheu alegação do Progressistas e do Republicanos, que afirmaram ter reconhecido o resultado das urnas.
Na concepção do Morhan, democracia, direitos humanos e o direito à saúde são indissociáveis. Razão essa que levou o movimento a se unir ao MNDH nessa campanha que é também um ato em memória às centenas de milhares de pessoas que poderiam estar vivas se o governo tivesse adotado as medidas de proteção e de vacinação, confome nota.
Para o coordenador nacional do Morhan e conselheiro nacional de Direitos Humanos, Artur Custódio, “é importante que tenhamos claro que trabalhando a saúde como um direito da democracia, e a democracia como direito, uma coisa não dissociada da outra, é que avançaremos”.
As entidades levaram em consideração informações públicas do orçamento da saúde. E também recomendações e resoluções do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Outro objetivo, segundo o Morhan, é resgatar o conceito de que esses bens, esses direitos, são inalienáveis para o povo brasileiro.
”É inadmissível que haja previsão de falta de orçamento e de vacinas já para o ano que vem, além da queda da cobertura vacinal, e da perda do Programa Nacional de Imunização, cortes irreparáveis feitos por conta do negacionismo do atual governo. Essa é uma forma também de reparar essa questão”, disse Custódio.
Clique AQUI para acessar e assinar a petição.
Fonte: Rede Brasil Atual - RBA
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB denuncia sabotagem e tomará providências após retirada do PL 1893/2026 da pauta da Câmara (4505 views • 12/08/2026)
02
CSPB celebra vinculação do Sindsprev-RJ e amplia força na defesa dos serviços públicos (4494 views • 13/08/2026)
03
CSPB e Centrais Sindicais avançam no diálogo com o PL para destravar votação do PL 1893/2026 (4290 views • 20/08/2026)
04
SC: No II Encontro Jurídico da NCST-SC e Fetramesc, CSPB destaca Negociação Coletiva e atuação sindical (4289 views • 17/08/2026)
05
CSPB une forças pelo fim da contribuição previdenciária de aposentados e reafirma apoio à ‘Carta de Brasília’ (4285 views • 14/08/2026)
06
Movimentos preparam o 30/8, Dia Nacional de Mobilização pelo Fim da Escala 6×1 (4004 views • 19/08/2026)
07
Lula dá largada à campanha de 2026 com soberania no centro da disputa (3993 views • 17/08/2026)
08
Clã Bolsonaro deve responder por alta traição e lesa-pátria, diz chanceler (3977 views • 10/08/2026)
09
Lula chega à campanha com mais de 10 milhões de novos empregos formais (3935 views • 18/08/2026)
10