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Publicado: 10/07/2024 | 06:36
PLP 68/2024: Diretor da CSPB compartilha perspectivas para a Reforma Tributária e mercado de trabalho em entrevista à TV Câmara
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Flauzino Antunes foi entrevistado e apresentou suas perspectivas e propostas para o Projeto de Lei que dispõe sobre a Reforma Tributária e tramita no Congresso Nacional.
Flauzino Antunes foi entrevistado e apresentou suas perspectivas e propostas para o Projeto de Lei que dispõe sobre a Reforma Tributária e tramita no Congresso Nacional.
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Nesta terça-feira (09/07) a TV Câmara compartilhou reportagem sobre a regulamentação da Reforma Tributária pelo PLP 68/2024, com foco sobre os desafios, oportunidades e o impacto no mercado de trabalho brasileiro. Flauzino Antunes, Diretor Adjunto de Política Ambiental e Economia Sustentável da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB e Diretor Nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), foi entrevistado e apresentou suas perspectivas e propostas para o Projeto de Lei que tramita no Congresso Nacional.
Assista a Íntegra da entrevista:
Preocupações: O líder sindical defende que a reforma tributária deve ser parte de um projeto mais amplo de desenvolvimento nacional, buscando o equilíbrio entre os entes da nação, o setor produtivo e os trabalhadores.
Críticas à proposta atual: Flauzino criticou a fragmentação da reforma e a falta de medidas para gerar empregos. A defasagem na tabela do Imposto de Renda e a ausência de tributação sobre grandes fortunas foram outros pontos de destaque.
Necessidade de medidas complementares: Para gerar empregos de qualidade, Flauzino defende a redução da taxa de juros, o aumento do investimento público em ciência e tecnologia, a reforma agrária e uma nova política industrial.
Papel dos sindicatos: O dirigente da CSPB e da CTB espera que suas propostas sejam consideradas no Grupo de Trabalho da reforma, buscando um pacto entre trabalhadores, empresários e a nação.
Impacto no mercado de trabalho
A reforma tributária, se bem elaborada, pode ter um impacto positivo no mercado de trabalho, mas isso depende de medidas complementares que estimulem o investimento e a geração de empregos. A CSPB defende que a reforma deve ser vista como parte de um projeto mais amplo de desenvolvimento econômico e social.
Secom/CSPB
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