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Publicado: 28/03/2022 | 05:50
MG: Articulados pelo Sindiseto, servidores realizam duas manifestações do sétimo dia de greve

Os servidores públicos municipais de Teófilo Otoni, coordenados pelo Sindiseto (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teófilo Otoni), fizeram, na quinta-feira (24 de março), sétimo dia da greve, duas manifestações para deixar claro a insatisfação geral e exigir respostas dos gestores municipais às justas reivindicações.

Os servidores públicos municipais de Teófilo Otoni, coordenados pelo Sindiseto (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teófilo Otoni), fizeram, nesta quinta-feira (24 de março), sétimo dia da greve, duas manifestações para deixar claro a insatisfação geral e exigir respostas dos gestores municipais às justas reivindicações.
No meio da tarde, diretores do Sindicato e servidores da Saúde marcaram presença na porta da UPA do município. Além de faixas, esclarecimentos sobre os motivos da greve e contatos com quem ainda não aderiu à paralisação houve registro de reclamações sobre a postura de alguns coordenadores da Unidade. “Eles estão atrapalhando o movimento, com interpretações equivocadas acerca da escala mínima para a greve”, avaliou o presidente do Sindiseto, Alano Gomes.
No final da tarde/início da noite, o protesto foi na Praça Tiradentes, em ato conjunto com Sind-Ute (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais). “Cada um com sua pauta, mas todos com o mesmo pensamento. O evento foi abrilhantado pelo Grupo Teatral In-cena, que mostrou, com esquetes e músicas, o drama dos trabalhadores com seus salários defasados”, contou Alano Gomes, que avaliou o momento atual: “a nossa greve segue forte, com novas adesões a cada dia, porém é triste constatar que nada disso aconteceria se houvesse a valorização do servidor público por parte do gestor municipal”.
Em greve desde o dia 18 de março, os servidores reivindicam três direitos básicos: a revisão salarial geral anual, que não é aplicada há anos (apesar da Lei exigir) – e não é reajuste salarial e sim reposição, para fazer frente às perdas acumuladas de mais de 50%; o Piso Salarial para o Magistério (elevado, por Portaria do Governo Federal, a R$ 3.845,63 – reajuste, portanto, 33,24%) e a revogação do artigo 2º do Decreto 6.520, (de 9 de maio de 2011), que prevê desconto sobre a gratificação, mesmo em caso de faltas justificadas.
Fonte: Federação Estadual Única, Democrática dos Sindicatos de Servidores, Funcionários Públicos das Câmaras de Vereadores, Fundações, Empresas Públicas, Autarquias e Prefeituras Municipais de Minas Gerais - Feserp/MG com informações do Sindiseto
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