Notícias nos Estados Publicado: 19/08/2021 | 08:15

MG: Data histórica para Feserv-Minas é marcada por manifestação contra a destruição dos serviços públicos



Assim como aconteceu em todo país, Confederações, Federações, Centrais e Sindicatos em diversos municípios brasileiros trabalhadores do setor público e privado paralisaram suas atividades contra a PEC 32


Assim como aconteceu em todo país, Confederações, Federações, Centrais e Sindicatos em diversos municípios brasileiros trabalhadores do setor público e privado paralisaram suas atividades contra a PEC 32

 
Registro da participação do Sinplalto em Araxá que também e presidido pelo sindicalista Hely Aires que preside a Feserv-Mimas


A quarta-feira (18/08) marcou a história do sindicalismo brasileiro. Com manifestações, ativismo nas redes sociais, paralizações, articulações políticas e atos de rua; trabalhadores do setor público e privado, em uma união inédita, reivindicaram a derrubada da PEC 32/2020, a “PEC da Rachadinha”. A proposta, caso seja aprovada no parlamento brasileiro, apresenta grandes retrocessos como a perda de estabilidade, o aumento das contratações por apadrinhamento político, a redução dos investimentos em serviços essenciais como Saúde, Educação e Segurança colocando o que hoje é uma obrigação do Estado como um compromisso “subsidiário”, possibilitando a privatização de muitos destes serviços e obrigando a população a custeá-los para conseguir atendimento (saiba mais). “ A provação da PEC 32 precarizaa os serviços públicos ” avalia o presidente da Feserv-Minas, Hely Aires.   

A Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST e suas Confederações - TODAS ELAS - se engajaram na luta em defesa dos serviços públicos e aderiram, voluntariamente, ao movimento nacional. O Sintram de Divinópolis o Sinorte de Lagoa Santa também fizeram movimentação neste dia de luta contra a PEC 32.





Contexto político


A proposta tramita na Câmara dos Deputados. De iniciativa do governo Jair Bolsonaro e de seu Ministro da Economia, Paulo Guedes, a PEC 32  destrói o serviço público, agravando as condições de trabalho de professores, médicos, enfermeiros; inviabilizando a contratação de futuros servidores por meio de concurso público. O texto da matéria legislativa “prejudica, ainda mais, a população socialmente mais vulnerável, que precisa do serviço público e o quer modernizado e não destruído”, avaliam as lideranças do movimento nacional.

A Feserv-Minas esteve representando em atos em Araxá (Sinplalto), presidente Hely Aires; Divinópolis (Sintram), Secretario Wellington Oliveira e em  Lagoa Santa (Sinorte) com Palmira Lucia.  

“Derrotar da PEC 32 deixou de ser uma agenda corporativa dos servidores para ser uma agenda social. Hoje, graças ao empenho e disciplina das entidades sindicais do setor público, podemos afirmar que não há um único município brasileiro aonde os retrocessos da PEC 32 não tenham sido discutidos. O cidadão brasileiro e os trabalhadores do setor privado estão tomando consciência de que não se trata de uma ‘reforma’, mas da destruição deliberada dos serviços públicos, condição que os coloca como maiores prejudicados”, afirmou o presidente da NCST, José Reginaldo Inácio.



Fonte: Federação dos Servidores Públicos Municipais de Minas Gerais - Feserv/MG com informações da Imprensa NCST e da Secom/CSPB