Notícias Publicado: 4/06/2024 | 05:48

Governo rejeita nova proposta dos professores e greve continua



Durante reunião nesta segunda-feira (3/6), o governo ressaltou que seguirá adiante com as discussões apenas com uma nova proposta e não definiu data para uma nova reunião com os professores.





por Raphael Pati


Em mais um capítulo da greve que já dura praticamente dois meses, as entidades sindicais que representam os professores não chegaram a um acordo com o governo federal, que ressaltou que a última proposta feita pelo MGI segue inalterada. Durante reunião nesta segunda-feira (3/6), o governo ressaltou que seguirá adiante com as discussões apenas com uma nova proposta e não definiu data para uma nova reunião com os professores.


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De acordo com a proposta dos servidores, o governo deveria reajustar o salário dos professores em 3,69% em agosto de 2024; 9% em janeiro de 2025; e 5,16% em maio de 2026. No entanto, o governo justificou que não haveria mais espaço para aumento salarial da categoria ainda este ano. A última proposta do MGI — que ainda permanece na mesa — prevê apenas dois reajustes: de 9%, em 2025, e de 3,5%, em 2026.


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Acordo anulado na Justiça


Na semana passada, o juiz Edmilson da Silva Pimenta, da 3ª Vara Federal de Sergipe, anulou o acordo firmado entre o governo federal e a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes) sobre o reajuste salarial dos professores de universidades e institutos federais.

O acordo, assinado na segunda-feira (27/5), representou o fim das negociações entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e os professores. Porém, outras duas entidades que também participavam das negociações, Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), recusaram a proposta.




Fonte: Correio Braziliense - Coluna EU Estudante