Notícias Publicado: 22/06/2021 | 08:51

Fórum Sindical lamenta 500 mil mortes



500.000 mortes não é apenas um número. Significa uma Florianópolis engolida por uma cova que se aprofunda a cada dia.


500.000 mortes não é apenas um número. Significa uma Florianópolis engolida por uma cova que se aprofunda a cada dia





O sindicalismo reage ao flagelo da pandemia, que já matou mais de 500 mil brasileiros. O movimento, ao mesmo em que pede vacina pra todos, aponta a responsabilidade do presidente da República, Jair Bolsonaro, na expansão da doença e na negação dos procedimentos científicos.

O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) emitiu Nota Oficial. Segue:

“Todos consternados pelos números alarmantes de mortes diárias e principalmente a quantidade chocante que atingimos na semana passada.

São milhares de famílias que veem o fantasma da existência passar levando seus pares e amigos.

A todos, nossos sinceros sentimentos, pois vivemos a mesma dor.

500.000 mortes não é apenas um número. Significa uma Florianópolis engolida por uma cova que se aprofunda a cada dia.

Estamos tristes, pois tudo poderia ter sido evitado.

O momento é de ação, é tempo de união. A História irá julgar os culpados das mortes. Além do mais, a lição nos está sendo dada. A busca de uma Pátria melhor se dará se nos preocuparmos uns com os outros:


1 – “Dividir o pão”, mensagem divina de ação solidária deve ser o papel de todos.

2 – Busca urgente de obtenção de vacinas com entrega imediata, pra compensar o tempo perdido.

3 – Campanhas de vacinação em massa aos finais de semana em ambientes públicos de grande circulação de pessoas, que sejam motivo de estímulo aos descrentes de sua eficácia.

4 – Campanhas que estimulem o distanciamento, uso de máscaras e higiene das mãos, como forma de demonstrar que está próximo o fim do flagelo, graças à imunização.


Enfim, autoridades tenham respeito pelo povo, guardem suas convicções e apliquem o que a CIÊNCIA ensina.”


Brasília, 21 de junho de 2021


Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), coordenador Oswaldo Augusto de Barros, também presidente da CNTEEC.



Fonte: Agência Sindical