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Publicado: 11/03/2020 | 08:17
CSPB e NCST participam da Grande Marcha do Dia Internacional da Mulher em SP

Com gritos de ordem “resistimos para viver, marchamos para transformar”, milhares de mulheres se encontraram na região central de São Paulo para protestar pelo fim da violência de gênero, do feminicídio, da liberdade de expressão e por igualdade de direitos, entre outras causas.

por Kátia Rodrigues
Na tarde de domingo (08/03), a Diretora de Assuntos da Mulher Gênero e Juventude da Fessp-Esp, Sispesp, CSPB e NCST-SP, Kátia Rodrigues, participou da grande marcha do “Dia Internacional da Mulher” organizada pelos movimentos sociais e feministas na capital paulista, com concentração em frente ao MASP/SP.
Com gritos de ordem “resistimos para viver, marchamos para transformar”, milhares de mulheres se encontraram na região central de São Paulo para protestar pelo fim da violência de gênero, do feminicídio, da liberdade de expressão e por igualdade de direitos, entre outras causas.

O tema desemprego criou forças nas vozes das mulheres e homens que ocuparam quatro faixas de três quarteirões da avenida, marchando sentido Rua Augusta, em um percurso de quatro horas, com finalização na Praça Roosevelt.
Mais de 70 cidades participaram do ato, convocado em nível nacional pelos movimentos de mulheres, entre elas: Recife, Belo Horizonte, Belém do Pará e Brasília; sendo que, na capital do país, as mulheres do MST (Movimento Sem Terra) ecoaram gritos pedindo moradia, o combate ao racismo, machismo, e todas as formas de opressão à classe trabalhadora.

Mulheres das Centrais Sindicais, como NCST, CUT, FORÇA SINDICAL, CGTB e CTB deixaram seu recado na manifestação, lembrando sobre o caso “Marielle Franco” que, no próximo 14 de março, completará exatos 02 anos que a vereadora carioca foi brutalmente assassinada juntamente com seu motorista, tornando-se uma referência de luta e resistência.
Na estimativa das organizadoras, 10.000 mulheres participaram da manifestação, ante 60.000 no ato de 2019. Condições climáticas na capital paulista foram desfavoráveis, avaliaram.

“Estamos mais uma vez nas ruas, protestando contra todo tipo de violência contra a mulher, o aumento do feminicídio, e a retirada de direitos que, a cada ano, se torna mais cruel para as mulheres. Apesar da Reforma da Previdência Estadual ter passado na Assembleia Legislativa de São Paulo na manhã de quarta-feira (04/03), aumentando a idade das mulheres para a aposentadoria das servidoras públicas, continuaremos lutando contra este governo, que não reconhece o real valor do Serviço Público e dos servidores(as)”, reforçou Kátia Rodrigues.
Fonte: Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo - Fessp-Esp
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