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Publicado: 5/11/2019 | 08:10
Diretora de Mulheres da CSPB participa de Seminário em Costa Rica
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Na semana de 21 a 23 de outubro, foi realizado o Seminário Internacional “Justiça Fiscal em Serviços Públicos com Orientação na Igualdade de Gênero” coordenado pela ISP - Internacional de Serviços Públicos em parceria com a Fundação FES - Friedrich Ebert Stiftung no Hotel Radisson San José-Costa Rica, com a representação/participação de Kátia Rodrigues, Diretora de Assuntos da Mulher Gênero e Juventude da FESSP-ESP, SISPESP, CSPB , NCTS-SP e também membro do Comitê Executivo do IAMREC.
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por Katia Rodrigues
Na semana de 21 a 23 de outubro, foi realizado o Seminário Internacional “Justiça Fiscal em Serviços Públicos com Orientação na Igualdade de Gênero” coordenado pela ISP - Internacional de Serviços Públicos em parceria com a Fundação FES - Friedrich Ebert Stiftung no Hotel Radisson San José-Costa Rica, com a representação/participação de Kátia Rodrigues, Diretora de Assuntos da Mulher Gênero e Juventude da FESSP-ESP, SISPESP, CSPB , NCTS-SP e também membro do Comitê Executivo do IAMREC.
Na mesa de abertura, saudando as participantes de diversos países da América Latina, América Central e Países Andinos, Maria Esther Hernández Solís - Coordenadora do Comitê de Mulheres ISP - Costa Rica; Oscar Rodrígues León - Secretário Subregional da ISP México, Centroamérica, República Dominicana e Cuba; e Mirko Hempel - Representante da Costa Rica, El Salvador e Panamá da Fundação FES; e Gabriel Casnasti, Coordenador do Projeto Regional de Comércio e Tributação da ISP-FES.
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No início do seminário, no primeiro painel, Verónica Montúfar - Coordenadora Mundial de Igualdade de Gênero da ISP; e Maria Fernanda Valdés - Coordenadora do Projeto Regional de Tributação para Igualdade da FES - FES Tributacíon, apresentaram o tema: Comércio, Justiça Fiscal e Políticas Públicas com objetivo da Igualdade de Gênero no Mundo do Trabalho dentro da ISP e FES.
No segundo painel, Patricia Fuertes - Investigadora da publicação: evasão e ilusão tributária 2006-2016 dos Serviços Públicos e o impacto nas mulheres e crianças do Peru, Roxana Morales, Coordenadora do Observatório Econômico e Social da Universidade Nacional (UNA) e Camila Miranda - Investigadora e Diretora da Fundação Nodo XXI, com o tema: Comércio e Tributação; Qual o impacto na Igualdade de Gênero na América Latina.
Para debater comércio e tributação e seus vínculos relacionados à igualdade de gênero, foram criados subgrupos e discutido em como organizar um trabalho com evidências sobre a tributação, pois sem uma tributação justa não há como os Estados garantirem políticas públicas e direitos humanos, principalmente para mulheres e crianças.
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No segundo dia, dando continuidade ao seminário, foi apresentado o tema: O Sistema da ONU e as Políticas de Gênero para ingressar na CSW (Comissão sobre a Situação da Mulher – sendo esta uma instância da ONU) e Beijing+25,com as palestrantes Roosje Saalbrink, da GATJ – Aliança Global para Justiça Tributária, Kate Donald da CESR - Central Econômico e Social Rights e Verônica Montúfar da ISP - Internacional de Serviços Públicos. Na oportunidade as palestrantes explanaram sobre a discriminação da mulher na Política Tributária, os abusos fiscais das grandes corporações, a importância da mulher ocupar os espaços de poder, e o empoderamento sobre o tema.
Na finalização do seminário, após grandes debates e discussões com as 80 mulheres de diversos países, entre eles: Costa Rica, Argentina, Chile, Peru, Bolívia, República Dominicana, México, Equador, Onduras, Paraguai, Guatemala, Venezuela, Colômbia, Uruguai e Brasil; foi deliberado a criação de Grupos de Trabalho da ISP, com uma representante por País, para assumir o GT-ISP Justiça Fiscal x Justiça de Gênero, com a missão de formação e empoderamento para mulheres.
“Me sinto honrada em ser nomeada a representante das Mulheres do Brasil neste Grupo de Trabalho da ISP-Brasil ( GT-ISP ), pois acredito que a tributação e justiça de gênero são vinculadas a políticas públicas e na qual, sem uma política sindical em nossas bases, não há como debater a importância do tema. A mulher precisa estar inserida nas discussões, procurando se qualificar com informações e dados precisos, para que possamos fortalecer a luta de igualdade e oportunidades para as mulheres e meninas. A desigualdade social se torna mais evidente a cada dia, e as mulheres , principalmente mulheres negras, se tornam reféns do poder público. Nosso papel como Mulheres Dirigentes Sindicais é lutar pela proteção social e pelos direitos humanos”, discursou Kátia Rodrigues.
Fonte: Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo – Fessp-Esp
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