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Publicado: 7/12/2017 | 13:54
Hélio José discorda de reflexo positivo da reforma trabalhista
Hélio José explicou que, com a reforma, se os pedidos feitos pelos trabalhadores em ações forem julgados improcedentes, eles deverão arcar com as custas processuais, o que não havia com a lei antiga.
O senador Hélio José (Pros-DF) disse ser precipitada qualquer conclusão sobre o que a imprensa classifica como “reflexo positivo” da reforma trabalhista, em vigor desde o dia 11 novembro.
Sem citar o nome do veículo de comunicação, ele se referiu à reportagem que mostra que, em São Paulo, às vésperas da entrada em vigor da reforma, foram ajuizadas cerca de 12,6 mil ações trabalhistas. Dois dias depois, quando as mudanças já valiam, esse número caiu para 27.
Já no Rio de Janeiro, o número de ações ajuizadas passou de 10,7 mil para 613.
Para ele, esses números revelam, na verdade, que muitos trabalhadores e advogados se anteciparam, ajuizando ações antes da entrada em vigor da nova lei para evitar eventuais prejuízos.
Hélio José explicou que, com a reforma, se os pedidos feitos pelos trabalhadores em ações forem julgados improcedentes, eles deverão arcar com as custas processuais, o que não havia com a lei antiga.
- Não poderia encontrar uma analogia melhor para o adágio popular: 'Foi buscar a lã e saiu tosqueado'. O trabalhador vai em busca dos seus direitos e corre o risco é de sair com uma dívida enorme. Para complicar ainda mais a situação, a nova lei ainda está imersa em incertezas - disse o senador.
Fonte: Agência Senado
Sem citar o nome do veículo de comunicação, ele se referiu à reportagem que mostra que, em São Paulo, às vésperas da entrada em vigor da reforma, foram ajuizadas cerca de 12,6 mil ações trabalhistas. Dois dias depois, quando as mudanças já valiam, esse número caiu para 27.
Já no Rio de Janeiro, o número de ações ajuizadas passou de 10,7 mil para 613.
Para ele, esses números revelam, na verdade, que muitos trabalhadores e advogados se anteciparam, ajuizando ações antes da entrada em vigor da nova lei para evitar eventuais prejuízos.
Hélio José explicou que, com a reforma, se os pedidos feitos pelos trabalhadores em ações forem julgados improcedentes, eles deverão arcar com as custas processuais, o que não havia com a lei antiga.
- Não poderia encontrar uma analogia melhor para o adágio popular: 'Foi buscar a lã e saiu tosqueado'. O trabalhador vai em busca dos seus direitos e corre o risco é de sair com uma dívida enorme. Para complicar ainda mais a situação, a nova lei ainda está imersa em incertezas - disse o senador.
Fonte: Agência Senado
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