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Publicado: 10/11/2017 | 15:52
Atos contra reformas Trabalhista e da Previdência fecham ruas em todo país
Trabalhadores das principais categorias profissionais ocupam as ruas de todo o País nesta sexta-feira.
As manifestações ocorrem nas principais capitais do país nesta quarta-feira (10). Véspera da entrada em vigor das novas regras trabalhistas ( Lei 13.467/2017), para denunciar à população as atrocidades impostas pelo governo Temer com o desmonte da CLT. Conhecido como “O Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos” será marcado por fortes manifestações organizados por sindicatos e pela sociedade civil.
Desde as primeiras horas da manhã. Assembleias estão ocorrendo em tendo grande aceitação dos trabalhadores do Brasil. Atos e paralisações ao longo do dia, nas maiores capitais e grandes cidades, envolveu trabalhadores dos setores privado e público.
Em Brasília, o principal ato teve concentração às 9 horas, na Esplanada dos Ministérios e teve uma excelente aceitação com a participação dos trabalhadores. Convocado pelas centrais, a principal bandeira da mobilização é contra a reforma trabalhista o ato também vai repudiar a reforma da previdência social e a portaria do trabalho escravo.
Para o presidente da CSPB, João Domingos, o movimento sindical, a classe trabalhadora e os movimentos sociais precisam reagir, diz “O cerco ao movimento sindical cresce a todo instante e a gravidade da crise segue. A situação é "extremamente" crítica; praticamente uma questão de vida ou morte. E por isso muitas entidades poderão desaparecer com a aprovação da reforma trabalhista, imediatamente, e as demais paulatinamente” ,afirmou.
O diretor de Assuntos Legislativos da CSPB, João Paulo Ribeiro "JP",
que participou do ato na Esplanada dos Ministérios, está otimista quanto ao manifesto: "hoje foi um dia decisivo valorizou a unidade do sindicalismo e a capacidade de mobilização que nós temos. O protesto de hoje mostra não só nosso repúdio ao corte de direitos dos trabalhadores, mas uma preocupação generalizada cerca de 600 mil servidores públicos federais serão atingidos por MPs de Temer, as MPs 805 e 806 propõem aumento da alíquota previdenciária e barra reajuste previsto para 2018", concluiu o dirigente.
Em várias cidades do país, vão ser realizadas greves, assembleias, paralisações e manifestações, numa grande mobilização nacional envolvendo diversas categorias e representantes dos movimentos sociais.
Secom/ CSPB
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