Notícias, CLIPPING
Publicado: 25/08/2017 | 16:33
Trabalhadores da Eletronorte: Estado de greve contra privatização
A campanha está sendo construída pelas entidades sindicais que compõem o Coletivo Nacional dos Eletricitários e apoiada pela Frente Parlamentar em Defesa do Setor Elétrico Brasileiro.
Em defesa das empresas estatais do Setor Elétrico, os trabalhadores e trabalhadoras da Eletronorte, lotados em Brasília, aprovaram nesta quinta-feira (24) estado de greve. Com a decisão, a categoria a qualquer momento poderá paralisar as atividades.
Na ocasião, os eletricitários deliberaram também pela aprovação de uma taxa extra de fortalecimento sindical para os próximos seis meses. O objetivo é destinar o recurso arrecadado para a campanha nacional em defesa das estatais do setor elétrico que será lançada no dia 12 de setembro, na Câmara dos Deputados.
A campanha está sendo construída pelas entidades sindicais que compõem o Coletivo Nacional dos Eletricitários e apoiada pela Frente Parlamentar em Defesa do Setor Elétrico Brasileiro.
Para o dirigente do STIU-DF, Ikaro Chaves, a privatização, que antes era ameaça, se tornou real. “As empresas serão pulverizadas e os trabalhadores serão todos demitidos”, alertou. Ele ressaltou que a entrega das estatais à iniciativa privada impactará diretamente na tarifa de energia residencial e da pequena indústria. Além disso, provocará uma quebra na soberania nacional e segurança energética.
Aposentado pela Eletronorte e ex-dirigente sindical, Emídio da Costa Neto, lembrou aos eletricitários da luta realizada pela categoria na década de 90, quando se iniciou o processo de privatização das empresas do setor elétrico brasileiro. “Naquele momento realizamos uma greve de 30 dias, e todos os trabalhadores estavam unidos para defender a nossa empresa. É o que precisamos para este novo ataque: unidade e coragem”.
O ex-dirigente destacou ainda que a medida proposta pelo atual governo interfere, radicalmente, na Caixa de Assistência E-Vida, responsável pela gestão do plano de saúde e no Previnorte,fundo de pensão da categoria.
O diretor de engenharia da CEB, Mauro Martinelli, enfatizou que toda empresa estatal é viável desde que administrada com seriedade. “É o maior absurdo privatizar, ainda mais uma empresa como a Eletrobras, uma das maiores geradoras de energia do planeta. Um governo sério não abre mão de uma empresa como a Eletrobras”, disse.
Na ocasião, os eletricitários deliberaram também pela aprovação de uma taxa extra de fortalecimento sindical para os próximos seis meses. O objetivo é destinar o recurso arrecadado para a campanha nacional em defesa das estatais do setor elétrico que será lançada no dia 12 de setembro, na Câmara dos Deputados.
A campanha está sendo construída pelas entidades sindicais que compõem o Coletivo Nacional dos Eletricitários e apoiada pela Frente Parlamentar em Defesa do Setor Elétrico Brasileiro.
Para o dirigente do STIU-DF, Ikaro Chaves, a privatização, que antes era ameaça, se tornou real. “As empresas serão pulverizadas e os trabalhadores serão todos demitidos”, alertou. Ele ressaltou que a entrega das estatais à iniciativa privada impactará diretamente na tarifa de energia residencial e da pequena indústria. Além disso, provocará uma quebra na soberania nacional e segurança energética.
Aposentado pela Eletronorte e ex-dirigente sindical, Emídio da Costa Neto, lembrou aos eletricitários da luta realizada pela categoria na década de 90, quando se iniciou o processo de privatização das empresas do setor elétrico brasileiro. “Naquele momento realizamos uma greve de 30 dias, e todos os trabalhadores estavam unidos para defender a nossa empresa. É o que precisamos para este novo ataque: unidade e coragem”.
O ex-dirigente destacou ainda que a medida proposta pelo atual governo interfere, radicalmente, na Caixa de Assistência E-Vida, responsável pela gestão do plano de saúde e no Previnorte,fundo de pensão da categoria.
O diretor de engenharia da CEB, Mauro Martinelli, enfatizou que toda empresa estatal é viável desde que administrada com seriedade. “É o maior absurdo privatizar, ainda mais uma empresa como a Eletrobras, uma das maiores geradoras de energia do planeta. Um governo sério não abre mão de uma empresa como a Eletrobras”, disse.
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5834 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação pelo consenso e defende aprovação do PL 1893/2026 ainda neste ano (5559 views • 31/07/2026)
03
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5523 views • 10/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (5049 views • 15/07/2026)
05
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4888 views • 21/07/2026)
06
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4880 views • 09/07/2026)
07
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4802 views • 23/07/2026)
08
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4779 views • 08/07/2026)
09
João Domingos participa de audiência pública que debaterá a aplicação da Lei do Descongela em todo o país (4320 views • 29/07/2026)
10