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Publicado: 22/08/2017 | 15:12
CTB Pará reúne parlamentares e sindicalistas em debate sobre reformas
A
Reforma Trabalhista deve precarizar as relações e condições de trabalho.
Mais de 200 lideranças sindicais e políticas do Pará debateram o impacto das reformas trabalhista e previdenciária na população brasileira. O debate, realizado na útlima quinta-feira (17) Assembleia Legislativa do Estado (Alepa), teve a presença do presidente da Comissão do Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP).
O deputado estadual (PCdoB/PA), Lélio Costa, fo um dos organizadores em parceria com a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA). Também analisou os efeitos das reformas o juiz do Trabalho Jônatas dos Santos Andrade, que é Diretor de Direitos Humanos e Cidadania da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8º Região (Amatra8).
De acordo com o presidente da CTB-Pará, Cleber Rezende, o objetivo foi trazer informações acerca das mudanças provocadas pelas reformas, além de mobilizar a sociedade paraense. “O desafio é mobilizar amplas massas sociais contra estes ataques aos nossos direitos”, afirmou.
Sancionado pelo presidente da República Michel Temer em julho passado, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017, que modificou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi criticado.
O deputado estadual (PCdoB/PA), Lélio Costa, ressaltou que “a Reforma Trabalhista representa perdas de direitos para a classe trabalhadora brasileira”.
Diretor de Direitos Humanos e Cidadania da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8º Região (Amatra8), o juiz do Trabalho Jônatas dos Santos Andrade explica que “a Reforma Trabalhista fez uma modificação muito grande na CLT, e nenhuma destas modificações representou ganhos aos trabalhadores”, e, com isso, confronta com a própria Constituição Federal, “uma das preocupações é de que Judiciário não vai comprar essa ideia porque tem de ser observada a Constituição”.
Para o presidente da Comissão do Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), a Reforma Trabalhista deve precarizar as relações e condições de trabalho. “Vamos impetrar ações no Judiciário questionando a constitucionalidade dessa reforma”, afirma. Silva ressaltou ainda, que devemos “mobilizar a sociedade contra o desmonte dos direitos trabalhista e previdenciário da classe trabalhadora”.
Para a ex-governadora do Pará, a bancária Ana Júlia Carepa, “as mulheres trabalhadoras são as mais prejudicadas” com as reformas em curso pelo governo Temer.
Para o dirigente cetebista José Marcos (Marcão), ao promover este debate com o juiz do trabalho Jônatas Andrade, os deputados Orlando Silva e Lélio Costas, e a presença das demais centrais sindicais (CUT, UGT, NCST, Intersindical e Força Sindical), a CTB Pará “demostra sua compreensão de que não será isoladamente que poderá derrotar este governo golpista e seus projetos nefastos aos trabalhadores e trabalhadoras”, destacou Marcão.
O deputado estadual (PCdoB/PA), Lélio Costa, fo um dos organizadores em parceria com a Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Pará (CTB-PA). Também analisou os efeitos das reformas o juiz do Trabalho Jônatas dos Santos Andrade, que é Diretor de Direitos Humanos e Cidadania da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8º Região (Amatra8).
De acordo com o presidente da CTB-Pará, Cleber Rezende, o objetivo foi trazer informações acerca das mudanças provocadas pelas reformas, além de mobilizar a sociedade paraense. “O desafio é mobilizar amplas massas sociais contra estes ataques aos nossos direitos”, afirmou.
Sancionado pelo presidente da República Michel Temer em julho passado, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017, que modificou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi criticado.
O deputado estadual (PCdoB/PA), Lélio Costa, ressaltou que “a Reforma Trabalhista representa perdas de direitos para a classe trabalhadora brasileira”.
Diretor de Direitos Humanos e Cidadania da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8º Região (Amatra8), o juiz do Trabalho Jônatas dos Santos Andrade explica que “a Reforma Trabalhista fez uma modificação muito grande na CLT, e nenhuma destas modificações representou ganhos aos trabalhadores”, e, com isso, confronta com a própria Constituição Federal, “uma das preocupações é de que Judiciário não vai comprar essa ideia porque tem de ser observada a Constituição”.
Para o presidente da Comissão do Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), a Reforma Trabalhista deve precarizar as relações e condições de trabalho. “Vamos impetrar ações no Judiciário questionando a constitucionalidade dessa reforma”, afirma. Silva ressaltou ainda, que devemos “mobilizar a sociedade contra o desmonte dos direitos trabalhista e previdenciário da classe trabalhadora”.
Para a ex-governadora do Pará, a bancária Ana Júlia Carepa, “as mulheres trabalhadoras são as mais prejudicadas” com as reformas em curso pelo governo Temer.
Para o dirigente cetebista José Marcos (Marcão), ao promover este debate com o juiz do trabalho Jônatas Andrade, os deputados Orlando Silva e Lélio Costas, e a presença das demais centrais sindicais (CUT, UGT, NCST, Intersindical e Força Sindical), a CTB Pará “demostra sua compreensão de que não será isoladamente que poderá derrotar este governo golpista e seus projetos nefastos aos trabalhadores e trabalhadoras”, destacou Marcão.
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