Destaques, Notícias Publicado: 27/06/2017 | 14:42

Lideranças sindicais condenam reformas trabalhista e previdenciária

Preocupação com os rumos das reformas e os ataques ao movimento sindical aos direitos trabalhistas e previdenciários marcam discursos falas dos membros da diretoria.




A preocupação com os rumos das reformas e os ataques ao movimento sindical, aos direitos trabalhistas e previdenciários foram a tônica das falas dos membros da diretoria, dirigentes de confederações filiadas à Nova Central e convidados durante a solenidade de abertura do IV Congresso da NCST.



O vice-presidente da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres - CNTTT, Omar José Gomes, 98, afirmou ter muita energia para continuar firme na trincheira junto à NCST no combate às agressões em curso no Legislativo brasileiro.





 O diretor de Finanças da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos - CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, ressaltou que o Congresso acontece num momento de crise que deixa atônito o mundo social. João Domingos afirmou que estão destruindo em 13 meses o que se construiu em mais de 50 anos. Recordando frase do presidente da NCST, José Calixto, quando da criação da Nova Central, em 2005, disse: “não nos desafiem de novo”. E finalizou: não às reformas e diretas já!  





Secretário-geral da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade - CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, lembrou que o movimento sindical vive um momento difícil. Segundo ele, o governo atual faz com os trabalhadores muito pior que o visto nos governos militares e, se aprovadas as propostas pelo Legislativo, os trabalhadores podem levar 20 ou 30 anos para recuperar as perdas. Se dirigindo ao plenário, Moacyr lembrou: o voto é um cheque em branco e os trabalhadores devem ficar atentos ao que o Congresso está fazendo com os direitos conquistados a duras penas.




A diretora de Assuntos da Mulher da CNTI e da NCST, Sônia Maria Zerino, falou contra as reformas e os ataques aos trabalhadores, afirmando que as mulheres sindicalistas estão junto nessa luta pelo combate às perdas de direitos dos trabalhadores.



 da Nova Central do Distrito Federal, Vera Lêda Moraes, falou em nome das 24 estaduais da NCST. Segundo ela, o movimento sindical jamais foi tão desrespeitado como atualmente. “O Congresso Nacional tem faturas a pagar, mas não seremos nós trabalhadores que pagaremos essa conta”, frisou.

Imprensa/ Nova Central
Com edição da Secom/CSPB