Destaques, Notícias Publicado: 30/05/2017 | 16:54

CSPB dialoga ações estratégicas após ser adiada votação da “reforma” trabalhista na CAE

Acordo entre oposição e situação adia votação para semana que vem, possivelmente, para a próxima terça-feira (06/6).


Da esq. p à dir. - Fernando Borges (Diretor Financeiro da CSPB), João Domingos (Presidente), Carla Sofia (Assessora Jurídica da Fesempre) , Rosane Colén Moreno (Doutoranda e Especialista em Previdência), João Paulo JP (Dir. Legislativo CSPB), Aldo Liberato  (Dir. de COmunicação da CSPB e presidente da Fesempre).




por Valmir Ribeiro
edição de Grace Maciel





Após votação da proposta de “reforma” trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal ser adiada, a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil – CSPB, reuniu parte da diretoria executiva para traçar novas estratégias de ações e articulações políticas no sentido de barrar a aprovação do projeto na casa Legislativa. O adiamento da votação é fruto de um acordo entre oposição e situação.
 
A votação do relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), favorável à aprovação da proposta, vai coincidir com o início do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também previsto para a próxima terça. Os desdobramentos do julgamento são considerados um divisor de águas para o governo Temer.
 


Um resultado desfavorável ao peemedebista pode promover o desembarque de partidos que fazem a sustentação do Palácio do Planalto no Congresso Nacional.

Os dirigentes da CSPB compreendem a dimensão dos retrocessos em curso e estão trabalhando com todo afinco pela não destruição do arcabouço de leis de proteção ao trabalhador brasileiro. “Precisamos barrar esse criminoso desmonte”, concluiu o presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos.
 




Secom/CSPB