Destaques, Notícias
Publicado: 7/11/2016 | 07:10
Nota de Repúdio
CSPB repudia o pacote de austeridade mais duro da crise financeira que o Rio de Janeiro enfrentará a partir de 1º de janeiro de 2017.

A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil- CSPB, repudia o pacote de austeridade mais duro da crise financeira que o Rio de Janeiro enfrentará a partir de 1º de janeiro de 2017.
Diante da informação de que o Palácio Guanabara pretende adotar, no início do próximo ano, os decretos e projetos de lei que chegaram na última sexta-feira (4) à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a CSPB declara ser " terminantemente" contra esta iniciativa de colocar na conta dos servidores públicos a responsabilidade da crise, com aumento da contribuição previdenciária, inclusive com a criação de uma alíquota extraordinária, a extinção de programas sociais, suspensão de reajustes salariais, corte de cargos, elevação de impostos e ainda, ter de recorrer aos fundos de outros poderes para pagar servidores.
O governo do estado alega que, se nada for feito, o rombo ao fim de 2018 vai chegar a R$ 52 bilhões. E por que não taxa as grandes fortunas, Sr. Governador? Por que apenas os trabalhadores, os servidores públicos e a população fluminense sofrerão o ônus?
Quanto a declaração de que o “estado está quebrado”, Sr. Governador, pode ter certeza que a culpa não é desses que contribuem para o progresso do estado. Por que puní-los?
Na ocasião, a confederação ressalta que estará de mãos dadas com os servidores públicos do Rio de Janeiro, aposentado, pensionistas e com a população para lutarmos juntos contra esse retrocesso.
Não podemos permitir que os aposentados e pensionistas que ganham abaixo de R$ 5.189. Isentos até hoje, passem a contribuir, caso o projeto de lei seja aprovado, com 30% de seus vencimentos. Com a medida, todos os funcionários, inclusive aposentados, terão, ao final, o mesmo desconto nos salários.
Também não deixaremos que programas sociais, sejam extintos por decreto, como: “Aluguel Social, voltado para desabrigados, e o Renda Melhor”, destinado aos que vivem em extrema pobreza. Muito menos que os restaurantes populares acabem, nem que o Bilhete Único seja limitado a R$ 150 por mês.
Não permitiremos, ainda, o aumento de ICMS de energia, que já é alto, assim como as taxas de telecomunicações, gasolina.
Não ficaremos de braços cruzados, Sr. Governador, com esse pacote de maldades.
CSPB-
Confederação dos Servidores Públicos do Brasil
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5810 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5474 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5035 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4963 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4847 views • 09/07/2026)
06
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4758 views • 08/07/2026)
07
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4750 views • 21/07/2026)
08
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4695 views • 23/07/2026)
09
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4679 views • 01/07/2026)
10