Destaques, Notícias Publicado: 19/08/2016 | 12:32

Estado Mínimo significa esquartejamento do serviço público; alerta diretor da CSPB

Wagner Souza destacou que a Presidência da República ataca em ato continuo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT); o artigo 7º da Constituição, como, também, a Reforma da Previdência.  “O governo quer impor por todos os meios a terceirização da atividade fim. A população brasileira precisa, urgentemente, reagir”, alertou o sindicalista. 



No dia 16 de agosto de 2016 (quarta-feira), às 10 horas, na Avenida Paulista, foi realizado ato histórico de resistência a retirada de direitos dos Servidores e Trabalhadores nas empresas privadas, bem como do sucateamento no serviço público que a Presidência da República quer impor, a todo custo, uma agenda de retrocessos no caminho da implementação do “estado mínimo” no país.

Pelos servidores públicos, a Febraj – Federação Brasileira dos Sindicatos de Servidores que atuam no Judiciário se fez representada, naquela ocasião, com a presença do Presidente Wagner Souza, que é Diretor de Assuntos do Mercosul da CSPB e 1º Secretario de Relações Internacionais da UGT.


 
Wagner, ao se pronunciar em prol dos servidores no momento em que a manifestação estava sendo realizada em frente a Fiesp – Federação da Indústria do Estado de São Paulo, instituição que esta dentro do “cérebro pensante e dominante” do desmonte do “Estado - União”, através da PEC 241/2016 – PLP 257/2016 e demais MPs que já estão em vigor; alegou que os textos destes projetos “trazem condições de condutas repudiantes dos quais dão oportunidades aos maus empresários entrarem e dominarem o serviço público, inclusive,  facilita a esses oportunistas agirem como os corruptores ativos. Basta verificar a os inquéritos desvendados pera operação Lava Jato no nível Federal; a Máfia do Leite no estado de São Paulo e muitos contratos que ainda não são publicados nos Órgãos Públicos, como, por exemplo, no Poder Judiciário”, alertou o sindicalista.
 
Wagner Souza destacou ainda que a Presidência da República ataca em ato continuo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT); o artigo 7º da Constituição, como, também, a Reforma da Previdência.  “O governo quer impor por todos os meios a terceirização da atividade fim. A população brasileira precisa, urgentemente, reagir”, concluiu do diretor da CSPB.
 




 
 
Secom/CSPB com informações do diretor de Assuntos do Mercosul da confederação, Wagner Souza.