Notícias nos Estados Publicado: 11/12/2015 | 08:44

RS: Movimento Unificado busca apoio de deputados contra PL 206

O PLC 206 deve entrar em votação entre o natal e o ano-novo, em sessão extraordinária na Assembleia Legislativa. 

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos, realizou um café da manhã nesta quarta-feira (09) com deputados estaduais do PT, PcdoB, PTB e PPS com o objetivo de buscar seus votos contrários ao Projeto de Lei Complementar 206/2015 que trata da Lei de Responsabilidade Fiscal e que, se aprovado, congela investimentos no serviço público. O PLC 206 deve entrar em votação entre o natal e o ano-novo, em sessão extraordinária na Assembleia Legislativa. 



O encontro, realizado no Master Palace Grande Hotel em Porto Alegre, iniciou com os representantes sindicais agradecendo o apoio dos deputados que votaram com os servidores contra o PL 336 (RPV’s). Os representantes das entidades presentes, Fessergs, Cpers, Ugeirm, Semapi e Amapergs/Sindicato relataram aos deputados o quanto será prejudicial o PLC 206 para os servidores e para a população gaúcha. “A insegurança ultrapassou todos os limites. Hoje não temos a estrutura necessária para atuar e se este PL for aprovado, a situação ficará ainda mais grave. Temos mais uma batalha pela frente, fica já a nosso apelo e alerta para os deputados para que votem conosco”, afirmou o vice-presidente da Fessergs e presidente da Amapergs/Sindicato, Flávio Berneira.

Os representantes do Movimento realizaram ontem, dia 08, uma reunião com deputados da bancada do PDT, com o mesmo objetivo, pedindo voto contrário ou a retirada do PLC 206/2015. Os deputados comprometeram-se a analisar avaliar o PLC e votar contra se se o mesmo proibir três itens: reajuste salarial, reposição de pessoal na saúde, educação e segurança e também o não pagamento da tabela de reajuste para a segurança.

Consequências do PLC 206: - Congela os reajustes salariais; - Não permite que sejam contratados ou nomeados novos funcionários; - Representa a diminuição e a precarização dos serviços públicos, principalmente os mais necessários à população como saúde, educação e segurança; - Dá amparo para que os próximos governos continuem a precarizar os serviços públicos oferecidos à população. 







Fonte: Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul - Fessergs

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