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Publicado: 16/09/2015 | 11:02
RS: Movimento Unificadoimpede votação de PLs que penalizam serviços e servidores públicos
Como a negociação se estendeu e alguns servidores demoraram a desbloquear os locais de acesso à Assembleia, a votação foi cancelada
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Em ação histórica os servidores fecharam as entradas da Assembleia Legislativa desde o início da manhã desta terça-feira (15) e os Projetos de Lei não foram votados. Foi a primeira vez em 180 anos que a Assembleia Legslativa não funcionou. Houve intensa negociação entre a Coordenação do Movimento Unificado e os deputados na Casa Rosada (Memorial da Assembleia Legislativa), ao lado do Palácio Piratini. Os servidores expuseram sua contrariedade com relação ao regime de urgência dos Projetos de Lei que estavam previstos para serem votados.
Doze representantes sindicais participaram da reunião com os parlamentares e acertaram liberar as entradas da "Casa do Povo" se após a reunião de líderes lideranças de servidores, acompanhada de uma comissão de deputados, fosse recebida pelo governador José Ivo Sartori para buscar a retirada de votação dos Projetos. Como a negociação se estendeu e alguns servidores demoraram a desbloquear os locais de acesso à Assembleia, a votação foi cancelada.
Em ação histórica os servidores fecharam as entradas da Assembleia Legislativa desde o início da manhã desta terça-feira (15) e os Projetos de Lei não foram votados. Foi a primeira vez em 180 anos que a Assembleia Legslativa não funcionou. Houve intensa negociação entre a Coordenação do Movimento Unificado e os deputados na Casa Rosada (Memorial da Assembleia Legislativa), ao lado do Palácio Piratini.
Os servidores expuseram sua contrariedade com relação ao regime de urgência dos Projetos de Lei que estavam previstos para serem votados. Doze representantes sindicais participaram da reunião com os parlamentares e acertaram liberar as entradas da "Casa do Povo" se após a reunião de líderes lideranças de servidores, acompanhada de uma comissão de deputados, fosse recebida pelo governador José Ivo Sartori para buscar a retirada de votação dos Projetos.
Como a negociação se estendeu e alguns servidores demoraram a desbloquear os locais de acesso à Assembleia, a votação foi cancelada. Os servidores definiram por permanecer vigilantes no acampamento da Praça da Matriz para continuar pressionando os deputados a não votar os PLs que penalizam os serviços e os servidores públicos: " Não podemos permitir que Projetos como o da Previdência Complementar, que tratam do futuro dos serviços públicos, sejam votados em regime de urgência e sem diálogo com as categorias. Os servidores se manterão em estado de alerta. Se houver nova votação na Assembleia , eles voltam a paralisar", reiterou o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud.
por Tatiana Danieli
Imprensa/Fessergs
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